PNAD CONTÍNUA: Brasil fecha trimestre com 23,9% dos trabalhadores subutilizados
Região Nordeste permaneceu apresentando as maiores taxas de desocupação ao longo de toda série, enquanto a Bahia lidera entre os estados com maior subutilização (40,1%)
A taxa composta da subutilização da força de trabalho (desocupados, subocupados por insuficiência de horas e os que fazem parte da força de trabalho potencial) ficou em 23,9% no terceiro trimestre. Isso significa 26,8 milhões de brasileiros, de acordo com a PNAD Contínua, divulgada nesta sexta-feira. No 2º trimestre de 2017, para Brasil, essa taxa foi de 23,8% e, no 3º trimestre de 2016, 21,2%.
As maiores taxas por Unidade da Federação foram observadas na Bahia (40,1%), Piauí (38,5%), e Maranhão (37,0%) e as menores em Santa Catarina (10,9%), Mato Grosso (14,8%) e Rondônia (15,5%).
No semestre passado, a taxa combinada de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e desocupação (pessoas ocupadas com uma jornada de menos de 40 horas semanais, mas que gostariam de trabalhar em um período maior, somadas às pessoas desocupadas) foi de 18,5%, equivalente a 19,2 milhões de pessoas.
A taxa combinada da desocupação e da força de trabalho potencial, que abrange os desocupados e as pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho, ou que procuraram, mas não estavam disponíveis para trabalhar (força de trabalho potencial), foi de 18,3%, representando 20,5 milhões de pessoas.
Desocupação
A taxa de desocupação no 3º trimestre de 2017 (12,4% no Brasil) apresentou redução de 0,6 ponto percentual em comparação com o 2º trimestre de 2017 (13,0%), e elevação de 0,6 ponto percentual frente ao 3º trimestre de 2016 (11,8%). Ainda no confronto com o 2º trimestre de 2017, houve retração desse indicador em quase todas as Grandes Regiões: Sul (de 8,4% para 7,9%) e Centro-Oeste (de 10,6% para 9,7%). A Região Nordeste (14,8%), apesar da queda na comparação trimestral, permaneceu registrando a maior taxa de desocupação entre todas as regiões.
A taxa composta da subutilização da força de trabalho (desocupados, subocupados por insuficiência de horas e os que fazem parte da força de trabalho potencial) ficou em 23,9% no terceiro trimestre. Isso significa 26,8 milhões de brasileiros, de acordo com a PNAD Contínua, divulgada nesta sexta-feira. No 2º trimestre de 2017, para Brasil, essa taxa foi de 23,8% e, no 3º trimestre de 2016, 21,2%.
As maiores taxas por Unidade da Federação foram observadas na Bahia (40,1%), Piauí (38,5%), e Maranhão (37,0%) e as menores em Santa Catarina (10,9%), Mato Grosso (14,8%) e Rondônia (15,5%).
No semestre passado, a taxa combinada de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e desocupação (pessoas ocupadas com uma jornada de menos de 40 horas semanais, mas que gostariam de trabalhar em um período maior, somadas às pessoas desocupadas) foi de 18,5%, equivalente a 19,2 milhões de pessoas.
A taxa combinada da desocupação e da força de trabalho potencial, que abrange os desocupados e as pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho, ou que procuraram, mas não estavam disponíveis para trabalhar (força de trabalho potencial), foi de 18,3%, representando 20,5 milhões de pessoas.
Desocupação
A taxa de desocupação no 3º trimestre de 2017 (12,4% no Brasil) apresentou redução de 0,6 ponto percentual em comparação com o 2º trimestre de 2017 (13,0%), e elevação de 0,6 ponto percentual frente ao 3º trimestre de 2016 (11,8%). Ainda no confronto com o 2º trimestre de 2017, houve retração desse indicador em quase todas as Grandes Regiões: Sul (de 8,4% para 7,9%) e Centro-Oeste (de 10,6% para 9,7%). A Região Nordeste (14,8%), apesar da queda na comparação trimestral, permaneceu registrando a maior taxa de desocupação entre todas as regiões.
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