BAHIA: Estado registra pequena perda em empregos formais
Em outubro, ao contrário da geração líquida nacional - destaque do ano - economia baiana teve perda de 36 vagas
A Bahia teve perda líquida de 36 postos de trabalho com carteira assinada em outubro de 2017. O resultado negativo decorre da diferença entre 42.168 admissões e 42.204 desligamentos, segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O estado ficou na última colocação no Nordeste e no 23º lugar entre os 26 estados e Distrito Federal.
De acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), que analisou os dados estaduais, o saldo de outubro de 2017 se apresentou num patamar inferior ao de setembro, que foi de 2.297 postos de trabalho, sem as declarações fora do prazo.Setorialmente, em outubro, quatro segmentos contabilizaram saldos negativos: Construção Civil (-1.239 postos), Agropecuária (-596 postos), Administração Pública (-272 postos) e Indústria de Transformação (-44 postos).
Em contrapartida, Comércio (+1.105 postos), Serviços (+779 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+226 postos) e Extrativa Mineral (+5 postos) admitiram trabalhadores celetistas a mais do que os desligamentos.
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A Bahia teve perda líquida de 36 postos de trabalho com carteira assinada em outubro de 2017. O resultado negativo decorre da diferença entre 42.168 admissões e 42.204 desligamentos, segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O estado ficou na última colocação no Nordeste e no 23º lugar entre os 26 estados e Distrito Federal.
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Em contrapartida, Comércio (+1.105 postos), Serviços (+779 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+226 postos) e Extrativa Mineral (+5 postos) admitiram trabalhadores celetistas a mais do que os desligamentos.
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