PLANEJAMENTO: União projeta IPCA de 3,2% e alta do PIB de 0,5%
Dados constam de balanço sobre receitas e despesas no qual o ministério descontigenciou R$ 7,5 bi.
Oficialmente, o governo federal projeta uma inflação de 3,2% e um crescimento do PIB de 0,5% ao final do ano. Os dados constam do relatório de Receitas e Despesas, divulgado na sexta-feira (17). No documento, o Ministério do Planejamento descontigenciou R$ 7,5 bilhões. No balanço anterior, divulgado em setembro, era esperada uma variação dos preços segundo o IPCA de 3,5%.
Segundo a pasta, a liberação dos recursos foi possível, porque houve um aumento das receitas e queda das despesas conforme o relatório do 5º bimestre deste ano, e a manutenção da meta de R$ 159 bilhões de déficit.
A arrecadação foi reforçada por R$ 2,7 bilhões de precatórios e R$ 2,6 bilhões com concessões de hidrelétricas, petróleo e gás. No entanto, a projeção de receitas com o novo Refis caiu R$ 1,27 bilhão. Em relação às despesas, algumas estimativas também apresentaram redução, como os pagamentos de seguro-desemprego e abono salarial que passaram de R$ 60 bilhões, no 4º bimestre, para R$ 57,8 bilhões, no 5º bimestre, com queda de R$ 2,1 bilhões.
De acordo com o ministro, os recursos provenientes do desbloqueio deverão ser distribuídos nas próximas semanas e servirão para cobrir despesas e para o pagamento de obras em andamento. Já foi definido que R$ 7,4 bilhões se destinam ao Poder Executivo, sendo R$ 593 milhões para o pagamento de emendas parlamentares impositivas individuais e de bancadas e R$ 6,8 bilhões para demais despesas de órgãos. Outros R$ 94 milhões serão destinados aos Poderes Legislativo, Judiciário, Ministério Público da União (MPU) e Defensoria Pública da União (DPU).
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Segundo a pasta, a liberação dos recursos foi possível, porque houve um aumento das receitas e queda das despesas conforme o relatório do 5º bimestre deste ano, e a manutenção da meta de R$ 159 bilhões de déficit.
A arrecadação foi reforçada por R$ 2,7 bilhões de precatórios e R$ 2,6 bilhões com concessões de hidrelétricas, petróleo e gás. No entanto, a projeção de receitas com o novo Refis caiu R$ 1,27 bilhão. Em relação às despesas, algumas estimativas também apresentaram redução, como os pagamentos de seguro-desemprego e abono salarial que passaram de R$ 60 bilhões, no 4º bimestre, para R$ 57,8 bilhões, no 5º bimestre, com queda de R$ 2,1 bilhões.
De acordo com o ministro, os recursos provenientes do desbloqueio deverão ser distribuídos nas próximas semanas e servirão para cobrir despesas e para o pagamento de obras em andamento. Já foi definido que R$ 7,4 bilhões se destinam ao Poder Executivo, sendo R$ 593 milhões para o pagamento de emendas parlamentares impositivas individuais e de bancadas e R$ 6,8 bilhões para demais despesas de órgãos. Outros R$ 94 milhões serão destinados aos Poderes Legislativo, Judiciário, Ministério Público da União (MPU) e Defensoria Pública da União (DPU).
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