GRÃOS: Tabela de frete aumenta preço do feijão e do arroz
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Representantes do agronegócio se reuniram com o ministro Luiz Fux, do STF, que encaminha um entendimento jurídico unificado sobre o tema
O aumento entre 35% e 50% no frete do arroz tem provocado uma alta de 10% no preço ao consumidor final. No caso do feijão, o reajuste pode chegar a 20%. Os dados foram apresentados pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), em audiência com o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na semana passada, o magistrado suspendeu todas as ações contra a tabela de frete mínima. Agora, Fux ouve os envolvidos na questão. Já enviaram ofícios a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que implementou o tabelamento e defendeu a legalidade da norma, e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que vê riscos de cartelização.
Além do custo do frete, a alta nos preços tem sido provocada pela menor oferta, pois os produtores estão evitando transportar suas mercadorias enquanto o impasse sobre a tabela não é resolvido, de acordo com a CNA. Nos setores de soja e milho, o prejuízo acumulado nos últimos 20 dias com a redução do escoamento de safra foi de R$ 10 bilhões, segundo a entidade.
Para representantes dos caminhoneiros, os produtores promovem uma “greve branca”, represando mercadorias com o objetivo de pressionar o governo a recuar da tabela.
A audiência desta quarta foi marcada por Fux após a CNA, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR Brasil) abrirem três ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) no STF contra a Medida Provisória 832, editada em 27 de maio, que prevê a tabela de preços mínimo para o frete rodoviário.
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Representantes do agronegócio se reuniram com o ministro Luiz Fux, do STF, que encaminha um entendimento jurídico unificado sobre o tema
O aumento entre 35% e 50% no frete do arroz tem provocado uma alta de 10% no preço ao consumidor final. No caso do feijão, o reajuste pode chegar a 20%. Os dados foram apresentados pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), em audiência com o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na semana passada, o magistrado suspendeu todas as ações contra a tabela de frete mínima. Agora, Fux ouve os envolvidos na questão. Já enviaram ofícios a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que implementou o tabelamento e defendeu a legalidade da norma, e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que vê riscos de cartelização.
Além do custo do frete, a alta nos preços tem sido provocada pela menor oferta, pois os produtores estão evitando transportar suas mercadorias enquanto o impasse sobre a tabela não é resolvido, de acordo com a CNA. Nos setores de soja e milho, o prejuízo acumulado nos últimos 20 dias com a redução do escoamento de safra foi de R$ 10 bilhões, segundo a entidade.
Para representantes dos caminhoneiros, os produtores promovem uma “greve branca”, represando mercadorias com o objetivo de pressionar o governo a recuar da tabela.
A audiência desta quarta foi marcada por Fux após a CNA, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR Brasil) abrirem três ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) no STF contra a Medida Provisória 832, editada em 27 de maio, que prevê a tabela de preços mínimo para o frete rodoviário.
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