TABELA DO FRETE: CNA quer o julgamento urgente do pedido liminar
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Após insucesso de reunião, questão deve ser deliberda em agosto. Entidade fala em aumento da cesta básica em 12%
Diante da falta de acordo em nova reunião entre empresas e caminhoneiros, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reivindicou em nota o julgamento de pedido de liminar em que pede ao STF a suspensão do tabelamento do frete. Devido ao recesso do Judiciário em julho, a questão só será resolvida a partir de agosto.
Até lá, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, suspendeu a tramitação de todas as ações judiciais que contestam a tabela. Os agricultores, por seu lado, alega que o custo maior em logística levará a aumento de preços já em julho.
“Não tivemos acordo e insistimos com o Ministro a necessidade de se avaliar a liminar de forma rápida porque já está tendo impacto gigante na cesta básica, ou seja, na mesa da população brasileira”, ressaltou o chefe da Assessoria Jurídica da CNA, Rudy Maia Ferraz.
Com o tabelamento, a CNA projeta uma alta de 12,1% no preço dos produtos da cesta básica até julho. O reajuste aconteceria em produtos como arroz, carnes, feijão, leite, ovos, tubérculos, frutas e legumes - 90,4% da cesta básica de alimentos. "Desta forma, as famílias brasileiras, principalmente as mais carentes, vão gastar mais de 50% da renda com os alimentos", arremata a entidade.
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Após insucesso de reunião, questão deve ser deliberda em agosto. Entidade fala em aumento da cesta básica em 12%
Diante da falta de acordo em nova reunião entre empresas e caminhoneiros, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reivindicou em nota o julgamento de pedido de liminar em que pede ao STF a suspensão do tabelamento do frete. Devido ao recesso do Judiciário em julho, a questão só será resolvida a partir de agosto.
Até lá, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, suspendeu a tramitação de todas as ações judiciais que contestam a tabela. Os agricultores, por seu lado, alega que o custo maior em logística levará a aumento de preços já em julho.
“Não tivemos acordo e insistimos com o Ministro a necessidade de se avaliar a liminar de forma rápida porque já está tendo impacto gigante na cesta básica, ou seja, na mesa da população brasileira”, ressaltou o chefe da Assessoria Jurídica da CNA, Rudy Maia Ferraz.
Com o tabelamento, a CNA projeta uma alta de 12,1% no preço dos produtos da cesta básica até julho. O reajuste aconteceria em produtos como arroz, carnes, feijão, leite, ovos, tubérculos, frutas e legumes - 90,4% da cesta básica de alimentos. "Desta forma, as famílias brasileiras, principalmente as mais carentes, vão gastar mais de 50% da renda com os alimentos", arremata a entidade.
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