RITMO LENTO:Previsão do PIB do BC desaba 1 ponto
Confira nossa Fanpage
https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/
twitter: @aricomunicacao
No primeiro Relatório de Inflação pós greve dos caminhoneiros - divulgado nesta quinta - estimativa caiu de 2,6% para 1,6%
A previsão de crescimento da economia brasileira despencou 1 ponto no primeiro Relatório da Inflação pós greve dos caminhoneiros, divulgado nesta quinta-feira. Para o BC, o país crescerá este ano 1,6%, ante os 2,6% estimados na previsão passada.
No mesmo documento, a autoridade monetária revisou a previsão da inflação de 3,8% para 4,2%. Caso este cenário se confirme, o IPCA ficará abaixo, mas próximo, do centro da meta (4,5%).
Contingenciamento
No começo do ano, o governo federal trabalhava em uma estimativa de expansão de quase 3%. No Relatório de Receitas e Despesas de maio, o Ministério do Planejamento reduziu o indicador para 2,5%. Este número pode voltar a cair em julho.
Com isso, como o dado impacta na previsão de receitas e, por consequência, na autorização de gastos, novos cortes devem ser anunciados em julho. O valor vai depender dos resultados de leilões de concessões e privatizações e da arrecadação de programas de repactuação de dívidas tributárias, os Refis.
https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/
twitter: @aricomunicacao
No primeiro Relatório de Inflação pós greve dos caminhoneiros - divulgado nesta quinta - estimativa caiu de 2,6% para 1,6%
A previsão de crescimento da economia brasileira despencou 1 ponto no primeiro Relatório da Inflação pós greve dos caminhoneiros, divulgado nesta quinta-feira. Para o BC, o país crescerá este ano 1,6%, ante os 2,6% estimados na previsão passada.
No mesmo documento, a autoridade monetária revisou a previsão da inflação de 3,8% para 4,2%. Caso este cenário se confirme, o IPCA ficará abaixo, mas próximo, do centro da meta (4,5%).
Contingenciamento
No começo do ano, o governo federal trabalhava em uma estimativa de expansão de quase 3%. No Relatório de Receitas e Despesas de maio, o Ministério do Planejamento reduziu o indicador para 2,5%. Este número pode voltar a cair em julho.
Com isso, como o dado impacta na previsão de receitas e, por consequência, na autorização de gastos, novos cortes devem ser anunciados em julho. O valor vai depender dos resultados de leilões de concessões e privatizações e da arrecadação de programas de repactuação de dívidas tributárias, os Refis.
Comentários
Postar um comentário