ECONOMIA: Incerteza sobe 10,1 pontos em junho
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Greve dos caminhoneiros gerou pressão inflacionária, volatilidade no mercado de ações e dúvida sobre a retomada do crescimento, diz FGV
O Indicador de Incerteza da Economia, da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 10,1 pontos de maio para junho deste ano, atingindo 125,1 pontos em uma escala de zero a 200. O indicador - que atingiu o maior nível desde janeiro de 2017 - completou quatro meses na região de incerteza elevada (acima de 110 pontos).
Segundo a FGV, a greve dos caminhoneiros gerou pressão inflacionária, aumento da volatilidade no mercado de ações, queda do então presidente da Petrobras, Pedro Parente, e “colocou em cheque a recuperação da economia”.
O componente de mercado, baseado na volatilidade do mercado acionário, cresceu 10,3 pontos. Já o componente mídia, medido com base na frequência de notícias com menção à incerteza que saem na imprensa, subiu 4 pontos.
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Greve dos caminhoneiros gerou pressão inflacionária, volatilidade no mercado de ações e dúvida sobre a retomada do crescimento, diz FGV
O Indicador de Incerteza da Economia, da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 10,1 pontos de maio para junho deste ano, atingindo 125,1 pontos em uma escala de zero a 200. O indicador - que atingiu o maior nível desde janeiro de 2017 - completou quatro meses na região de incerteza elevada (acima de 110 pontos).
Segundo a FGV, a greve dos caminhoneiros gerou pressão inflacionária, aumento da volatilidade no mercado de ações, queda do então presidente da Petrobras, Pedro Parente, e “colocou em cheque a recuperação da economia”.
O componente de mercado, baseado na volatilidade do mercado acionário, cresceu 10,3 pontos. Já o componente mídia, medido com base na frequência de notícias com menção à incerteza que saem na imprensa, subiu 4 pontos.
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