MACROECONOMIA: Ipea prevê inflação maior e PIB menor


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Cenário, embora haja alguma divergência de números, é semelhante ao desenhado pelo BC em Relatório de Inflação e pelo mercado

Em sua 39ª edição da Carta de Conjuntura, o Ipea divulgou nesta quinta-feira (28) que projeta uma inflação maior e um crescimento menor este ano. Embora haja divergência pequena nos números, o comportamento é semelhante ao do Banco Central e ao dos analistas do mercado

No PIB, por exemplo, o Ipea estima que a economia brasileira vai crescer este ano 1,7%, e não mais 3%, como estimou em março. Os analistas das instituições financeiras  - ouvidos pelo boletim semanal Focus, do BC - esperam um avanço de 1,55%.

Já a autoridade monetária,em seu Relatório de Inflação, espera um PIB de 1,6% - corte de 1 ponto ante os 2,6% com que trabalhava até então. Para 2019, o Ipea confia na previsão de 3%

O instituto indica que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano em 4,2%, ficando um pouco abaixo da meta do governo, de 4,5%, mas superior às estimativas da carta de março, que era de 3,6%. O Banco Central, órgão que deve perseguir a meta inflacionária, também crava no momento uma variação de 4,2% do IPCA este ano.

A avaliação dos economistas do Ipea é que a greve no setor de transporte rodoviário -  cuja paralisação de 11 dias gerou uma crise de abastecimento - impacta no aumento do Risco Brasil. “Além disso, a escassez de bens durante a greve levou a um aumento dos preços, o que provocou alta do IPCA-15, que registrou em junho aumento de 1,1%, ante a deflação de 0,2% verificada em junho do ano passado.” (Adriano Villela, com informações da Agência Brasil).

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