CAGED: Agropecuária puxa geração de empregos formais em maio
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Setor, que já lidera o PIB, respondeu pela pela criação de 29,3 mil vagas. Já comércio perdeu 11,9 mil postos. No global, maio gerou 33,6 mil oportunidades
O setor da agropecuária puxou a geração de empregos formais no mês de maio. Do saldo de criação de empregos de 33,6 mil novos postos, a área foi responsável por 29,3 mil. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados nesta quarta-feira (20), pelo Ministério do Trabalho.
Na diferença entre admissões e demissões, em seguida vêm os setores de serviços (18,6 mil), construção civil (3,1 mil), serviços industriais de interesse público (555), administração pública (197) e de atividade extrativa mineral (230). Já o comércio e a indústria de transformação tiveram saldo negativo de 11,9 mil e 6,4 mil vagas.
No acumulado do ano, o setor de serviços foi o que mais gerou empregos formais (272,7 mil). Já o comércio foi marcado entre janeiro e maio por um saldo negativo de 76 mil vagas.
Maio
A diferença entre contratações e demissões foi a menor registrada no ano. Em abril, o saldo de criação de postos de trabalho ficou em 115,9 mil. O saldo de todos os meses foi positivo. Janeiro, fevereiro e março gerou 77,8 mil, 61,2 mil e 56,1 mil vagas, respectivamente.
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Setor, que já lidera o PIB, respondeu pela pela criação de 29,3 mil vagas. Já comércio perdeu 11,9 mil postos. No global, maio gerou 33,6 mil oportunidades
O setor da agropecuária puxou a geração de empregos formais no mês de maio. Do saldo de criação de empregos de 33,6 mil novos postos, a área foi responsável por 29,3 mil. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados nesta quarta-feira (20), pelo Ministério do Trabalho.
Na diferença entre admissões e demissões, em seguida vêm os setores de serviços (18,6 mil), construção civil (3,1 mil), serviços industriais de interesse público (555), administração pública (197) e de atividade extrativa mineral (230). Já o comércio e a indústria de transformação tiveram saldo negativo de 11,9 mil e 6,4 mil vagas.
No acumulado do ano, o setor de serviços foi o que mais gerou empregos formais (272,7 mil). Já o comércio foi marcado entre janeiro e maio por um saldo negativo de 76 mil vagas.
Maio
A diferença entre contratações e demissões foi a menor registrada no ano. Em abril, o saldo de criação de postos de trabalho ficou em 115,9 mil. O saldo de todos os meses foi positivo. Janeiro, fevereiro e março gerou 77,8 mil, 61,2 mil e 56,1 mil vagas, respectivamente.
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