FGV: Economia brasileira cresce 0,9% no trimestre
Segundo o levantamento, que considera o período novembro/17 a janeiro/18, a agropecuária teve a maior expansão (8,2%)
A economia brasileira teve um crescimento de 0,9% no trimestre finalizado em janeiro deste ano, na comparação com o trimestre anterior (encerrado em outubro de 2017). A estimativa é do Monitor do PIB, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Neste indicador, que não é o medidor oficial do Produto Interno Bruto, no acumulado de 12 meses, o PIB teve alta de 1,2%. Considerando-se apenas janeiro deste ano, houve uma queda de 0,3% na comparação com dezembro de 2017.
Na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2017, o PIB avançou 2,2%, segundo a FGV. O destaque foi o crescimento das atividades de agropecuária (8,2%), indústria de transformação (6,1%), comércio (4,6%) e transporte (2,9%). O crescimento da agropecuária foi influenciado pela alta de 26% da pecuária. A agricultura, por sua vez, teve queda de 1,9%.
Ainda na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2017, pela ótica da demanda, o consumo das famílias aumentou 2,7% e a formação bruta de capital fixo (investimentos) avançou 4,4%. A taxa de investimento sobre o PIB ficou em 17,7%. No comércio externo, as exportações cresceram 1,9%, mas as importações tiveram uma alta ainda maior (7,6%).
Confiança- Ainda segundo a FGV, o Índice de Confiança da Indústria teve uma alta de 1,7 ponto na prévia de março deste ano na comparação com o resultado consolidado de fevereiro. Caso o resultado preliminar se confirme na divulgação final da pesquisa, o indicador alcançará o patamar de 102,1 pontos, o maior desde junho de 2013 (104,9 pontos). A informação foi dada hoje (21) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
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A economia brasileira teve um crescimento de 0,9% no trimestre finalizado em janeiro deste ano, na comparação com o trimestre anterior (encerrado em outubro de 2017). A estimativa é do Monitor do PIB, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Neste indicador, que não é o medidor oficial do Produto Interno Bruto, no acumulado de 12 meses, o PIB teve alta de 1,2%. Considerando-se apenas janeiro deste ano, houve uma queda de 0,3% na comparação com dezembro de 2017.
Na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2017, o PIB avançou 2,2%, segundo a FGV. O destaque foi o crescimento das atividades de agropecuária (8,2%), indústria de transformação (6,1%), comércio (4,6%) e transporte (2,9%). O crescimento da agropecuária foi influenciado pela alta de 26% da pecuária. A agricultura, por sua vez, teve queda de 1,9%.
Ainda na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2017, pela ótica da demanda, o consumo das famílias aumentou 2,7% e a formação bruta de capital fixo (investimentos) avançou 4,4%. A taxa de investimento sobre o PIB ficou em 17,7%. No comércio externo, as exportações cresceram 1,9%, mas as importações tiveram uma alta ainda maior (7,6%).
Confiança- Ainda segundo a FGV, o Índice de Confiança da Indústria teve uma alta de 1,7 ponto na prévia de março deste ano na comparação com o resultado consolidado de fevereiro. Caso o resultado preliminar se confirme na divulgação final da pesquisa, o indicador alcançará o patamar de 102,1 pontos, o maior desde junho de 2013 (104,9 pontos). A informação foi dada hoje (21) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
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