15ª RODADA: Pregão dos blocos terrestres fica sem propostas
Depois de um ágio surpreendente no leilão dos blocos marítimos, áreas ofertadas à tarde fracassam
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) não recebeu nenhuma oferta pelos blocos terrestres de exploração de óleo e gás que foram colocados em leilão nesta quinta-feira (29). Um prazo de 15 minutos foi dado para os licitantes reavaliassem os negócios, mas os campos continuaram sem ser arrematados.
O resultado contrasta com etapa marítima da 15ª rodada, quando 22 áreas foram vendidas, gerando um bônus de outorga de R$ 8 bi, quando o governo esperava arrecadar R$ 3,8 bi nas duas fases. Dos 68 blocos ofertados pela ANP, incluindo marítmos e terrestres, 22 foram arrematados, o que corresponde a 32% do total.
“A gente esperava algum interesse, especialmente na Bacia do Paraná. Na nossa avaliação, a Petrobras estar se desfazendo de ativos chama a atenção das empresas. Isso influenciou no desinteresse dos leilões de áreas terrestres", declarou o diretor geral da ANP, Décio Oddone.
O leilão das áreas marítimas teve 13 empresas ofertantes, 11 delas estrangeiras. Destas, 12 saíram vencedores, das quais nove de países diferentes. (com informações do G1).
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O resultado contrasta com etapa marítima da 15ª rodada, quando 22 áreas foram vendidas, gerando um bônus de outorga de R$ 8 bi, quando o governo esperava arrecadar R$ 3,8 bi nas duas fases. Dos 68 blocos ofertados pela ANP, incluindo marítmos e terrestres, 22 foram arrematados, o que corresponde a 32% do total.
“A gente esperava algum interesse, especialmente na Bacia do Paraná. Na nossa avaliação, a Petrobras estar se desfazendo de ativos chama a atenção das empresas. Isso influenciou no desinteresse dos leilões de áreas terrestres", declarou o diretor geral da ANP, Décio Oddone.
O leilão das áreas marítimas teve 13 empresas ofertantes, 11 delas estrangeiras. Destas, 12 saíram vencedores, das quais nove de países diferentes. (com informações do G1).
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