COMÉRCIO EXTERIOR: CNI apresenta agenda internacional com 98 ações
Segundo a CNI, o atraso e a burocracia alfandegários têm um custo equivalente a um imposto de 15% na exportação e 14% na importação brasileira
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou nesta terça-feura (27) uma agenda com 98 ações prioritárias para facilitar e desburocratizar o comércio exterior e modernizar a política comercial do país. No documento, a CNI destaca a importância de concluir o acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia e ampliar o acerto entre o Brasil e o México.
“Ao mesmo tempo, com a costura de novas parcerias comerciais, o Brasil precisa fortalecer seu sistema de defesa comercial, como meio de combater práticas desleais”, ressalta a entidade.Além disso, para a indústria é preciso implementar medidas de facilitação e desburocratização, como o Portal Único de Comércio Exterior, e aperfeiçoar outros, a exemplo do programa brasileiro de Operador Econômico Autorizado.
Segundo a CNI, o atraso e a burocracia alfandegários têm um custo equivalente a um imposto de 15% na exportação e 14% na importação brasileira.
Outra prioridade é aprimorar a utilização do carnê de admissão temporária, que simplifica e desburocratiza o processo de exportação ou importação temporária de bens e permite que produtos circulem por 77 países sem a incidência de impostos de importação. A CNI alega que o documento é pouco utilizado pelas empresas e enfrenta desafios operacionais nas aduanas.
Confira nossa Fanpage
https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/
Twitter: @aricomunicacao
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou nesta terça-feura (27) uma agenda com 98 ações prioritárias para facilitar e desburocratizar o comércio exterior e modernizar a política comercial do país. No documento, a CNI destaca a importância de concluir o acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia e ampliar o acerto entre o Brasil e o México.
“Ao mesmo tempo, com a costura de novas parcerias comerciais, o Brasil precisa fortalecer seu sistema de defesa comercial, como meio de combater práticas desleais”, ressalta a entidade.Além disso, para a indústria é preciso implementar medidas de facilitação e desburocratização, como o Portal Único de Comércio Exterior, e aperfeiçoar outros, a exemplo do programa brasileiro de Operador Econômico Autorizado.
Segundo a CNI, o atraso e a burocracia alfandegários têm um custo equivalente a um imposto de 15% na exportação e 14% na importação brasileira.
Outra prioridade é aprimorar a utilização do carnê de admissão temporária, que simplifica e desburocratiza o processo de exportação ou importação temporária de bens e permite que produtos circulem por 77 países sem a incidência de impostos de importação. A CNI alega que o documento é pouco utilizado pelas empresas e enfrenta desafios operacionais nas aduanas.
Confira nossa Fanpage
https://m.facebook.com/ariagcomunicacao/
Twitter: @aricomunicacao
Comentários
Postar um comentário