BAVI NA PAZ: Essa bola é de todos nós


Jogo precisa ser mais encarado como aquilo que de fato é: um lazer. Da minha parte, vou encarar de peito aberto. Quero ganhar, mas a derrota não vai alterar meu humor

Adriano Villela

Quem me conhece e também gosta de ver a bola rolando já ouviu a frase. Futebol para mim é lazer. Nada mais, nada menos. Como um show,um filme ou um espetáculo de teatro. Em algumas vezes, vimos coisas que nos parecem um sonho - Brasil já classificado, títulos, goleadas .. - em outras ocasiões, é só frustração. Chegamos a conclusão de que perdemos dinheiro ao ver a péssima atuação do ator. Ainda que o jogador do nosso time demonstre acreditar que de fato está encenando, a torcida não pode passar disso.

Desde o último BAVI, em 9 de abril, quando um torcedor foi executado em uma situação fora do jogo mais com conotações de duelos de torcidas organizadas, o debate acerca da torcida única ganhou força. Uma parte da torcida é favorável, outra diverge, um segmento defende o fim das organizadas e as duas diretorias defendem uma zona mista.

Mas falta nesta questão do BAVI da paz a nossa contribuição. É normal durante os jogos querermos que nossos times vençam. São duas decisões (Nordestão e Baiano) seguidas. O desvio de finalidade está em extrapolarmos essa questão para antes ou depois dos jogos.

Tanto meu Bahia quanto o Vitória já ganhou o campeonato estadual e o Nordestão. Um já eliminou ou outro, já goleou ou emendou uma série invicta, saiu-se melhor na casa do adversário, etc...  Até 7x1 sofrido pela seleção as duas torcidas - desta vez no mesmo barco - já enfrentou. Da minha parte, vou encarar de espírito desarmado. Quero ganhar, mas a derrota não vai alterar meu humor
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