RIO: Bancos podem emprestar R$ 3,5 bi ao Estadi com garantia de ações da Cedae
No caso de se optar pelo empréstimo e, em paralelo, a companhia ser desestatizada, o valor da venda não poderá ser inferior a R$ 3,5 bilhões.
Após encontro com o governador e vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão e Francisco Dorneles, e o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Moreira Franco, informou nesta segunda-feira que duas alternativas estão em discussão na privatização da Cedae. A primeira é a companhia de saneamento fluminense ser comprada diretamente pelo banco de fomento ou o BNDES liderar um grupo de bancos privados para a oferta de crédito de R$ 3,5 bilhões ao governo do estado do Rio, tendo como garantia ações da companhia.
No caso da oferta de crédito, poderá ser feita por processo licitatório, com crédito garantido pelo Tesouro Nacional e contragarantia de ações da Cedae. Segundo a diretora de infraestrutura do BNDES, Marilene Ramos Marilene Ramos, por ser um banco público, o BNDES não pode emprestar recursos para a quitação da folha de pagamento dos servidores do estado, que soma dívidas de R$ 2,3 bilhões.
A parte emprestada pelo banco seria limitada a despesas de custeio, e os recursos para a folha de pagamento viriam de bancos privados. O assunto será debatido nesta terça-feira na Secretaria da Fazenda do Rio de Janeiro e, na sexta-feira, os governos federal e estadual voltando a se reunir. No caso de se optar pelo empréstimo e, em paralelo, a companhia ser desestatizada, o valor da venda não poderá ser inferior a R$ 3,5 bilhões.
O superintendente de desestatização do BNDES, Rodolfo Torres, destacou que a compra de um ativo por parte de uma instituição financeira é um processo mais lento e complexo do que a oferta de crédito, mas disse que a participação do banco nos dois processos pode ser vista com 'bons olhos'. "Como o banco está conduzindo o processo de modelagem para a desestatização da Cedae, a participação do BNDES em um financiamento no qual terá como contragarantia as ações da Cedae poderá ser vista com bons olhos", disse Torres.
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Após encontro com o governador e vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão e Francisco Dorneles, e o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Moreira Franco, informou nesta segunda-feira que duas alternativas estão em discussão na privatização da Cedae. A primeira é a companhia de saneamento fluminense ser comprada diretamente pelo banco de fomento ou o BNDES liderar um grupo de bancos privados para a oferta de crédito de R$ 3,5 bilhões ao governo do estado do Rio, tendo como garantia ações da companhia.
No caso da oferta de crédito, poderá ser feita por processo licitatório, com crédito garantido pelo Tesouro Nacional e contragarantia de ações da Cedae. Segundo a diretora de infraestrutura do BNDES, Marilene Ramos Marilene Ramos, por ser um banco público, o BNDES não pode emprestar recursos para a quitação da folha de pagamento dos servidores do estado, que soma dívidas de R$ 2,3 bilhões.
A parte emprestada pelo banco seria limitada a despesas de custeio, e os recursos para a folha de pagamento viriam de bancos privados. O assunto será debatido nesta terça-feira na Secretaria da Fazenda do Rio de Janeiro e, na sexta-feira, os governos federal e estadual voltando a se reunir. No caso de se optar pelo empréstimo e, em paralelo, a companhia ser desestatizada, o valor da venda não poderá ser inferior a R$ 3,5 bilhões.
O superintendente de desestatização do BNDES, Rodolfo Torres, destacou que a compra de um ativo por parte de uma instituição financeira é um processo mais lento e complexo do que a oferta de crédito, mas disse que a participação do banco nos dois processos pode ser vista com 'bons olhos'. "Como o banco está conduzindo o processo de modelagem para a desestatização da Cedae, a participação do BNDES em um financiamento no qual terá como contragarantia as ações da Cedae poderá ser vista com bons olhos", disse Torres.
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