MAIS IMPOSTOS: Cerca de R$ 400 mi deixarão de circular no varejo baiano
Volume de perdas foi calculado pela Fecomércio-BA, que aponta queda no investimento e emprego em razão da medida do governo federal
Anunciado para tapar um rombo de R$ 10,4 bilhões nos cofres da União, o aumento de tributos sobre os combustíveis vai diminuir o volume financeiro em circulação no varejo baiano em R$ 400 milhões somente este ano. A estimativa é da consultoria econômica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia (Fecomércio-BA).
Estas perdas trazem como consequência menos investimento e menos emprego, segundo nota da entidade e do Sindicom-BA – Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis do Estado da Bahia. Nesta terça-feira (20), o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara da Justiça Federal de Brasília, suspendeu os aumentos sobre a Cide, PIS e Cofins, por considerá-lo inconstitucional. A Advocacia Geral da União anunciou que vai recorrer.
"No lugar de contingenciar os gastos com a máquina pública, o Governo lança mão da velha estratégia de elevar impostos para ajustar as contas, criando um tributo indireto, que prejudica as classes produtivas e todos os segmentos da sociedade", protestaram as duas entidades, no documento. "Entendemos que a sociedade brasileira já pagou, paga e continuará a desembolsar uma carga tributária exorbitante, principalmente para o padrão de renda do País".
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