EMPREGO: Construção Civil retorna ao nível de 2011
Consequências das crises econômica e política em 2015 e 2016 foram analisadas pela PED, da SEI-BA, Dieese-BA e Setre-SP
Em consequência das crises política e econômica brasileiras, o aumento da ocupação observado entre 2011 e 2014, na Construção, foi neutralizado nos dois últimos anos, chegando em 2016 com uma base mais deprimida que em 2011. O dado é da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED).Em 2014, havia 154 mil pessoas trabalhando na Construção na RMS, passando para 125 mil em 2015 e reduzindo para 113 mil no último ano, menor contingente observado desde 2011.
Entre 2014 e 2015, houve redução de 29 mil pessoas ocupadas nesse setor (-18,8%), e em 2016 o decréscimo foi de 12 mil pessoas (-9,6%). A PED é analisada pela SEI em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a Fundação Seade do Estado de São Paulo, a Secretaria de Trabalho do Estado da Bahia (Setre).
Se em 2015 a Construção apresentou o pior desempenho entre os setores de atividade analisados (-18,8%), em 2016, o resultado negativo desse setor (-9,6%) foi superado apenas pela Indústria de transformação (-12,2%). Quando se compara com 2014, ano de maior nível de ocupação na região no período, a Construção foi o que mais reduziu o contingente de ocupados (-26,6%), seguido de perto pela indústria (-13,6%), depois o Comércio e reparação (-6,4%) e o setor de Serviços (-2,5%).
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