FGV: PIB cresceu 0,6% no trimestre encerrado em julho
Com base nos dados da Monitor PIB, coordenador do estudo conclui que a recessão econômica brasileira chegou ao fim
O PI teve crescimento de 0,6% no trimestre encerrado em julho deste ano, na comparação com o trimestre encerrado em abril. Na comparação com o trimestre encerrado em julho de 2016, a alta chegou a 1,1%. Os dados são do Monitor do PIB, divulgado hoje (18) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Considerando-se apenas o mês de julho, houve altas de 0,1% na comparação com o mês anterior e de 1,3% na comparação com julho de 2016. Os destaques em julho ficaram com os setores de agropecuária (11,7%), indústria extrativa mineral (4,5%), indústria de transformação (1,6%), comércio (3%), transportes (2,4%) e outros serviços (1,5%).
Com base nos dados da Monitor PIB, pode-se dizer que a recessão econômica brasileira chegou ao fim. A avaliação é do pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, Claudio Considera, que coordenou o estudo. “Destaco os desempenhos da agropecuária, da extrativa mineral e da própria indústria da transformação, que teve o primeiro resultado positivo desde março de 2014”, disse o especialista.
Por outro lado, no entanto, há resultados negativos, como a queda de 4,5% na formação bruta de capital fixo.“Pelo lado da demanda, as famílias estão ainda endividadas, receosas de perder o emprego, para pegar um empréstimo [para compra de imóveis] e os estados e municípios, os contratantes das grandes obras, estão quebrados. Então, a construção ficará negativa por muito tempo”, afirma Considera.
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Com base nos dados da Monitor PIB, pode-se dizer que a recessão econômica brasileira chegou ao fim. A avaliação é do pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, Claudio Considera, que coordenou o estudo. “Destaco os desempenhos da agropecuária, da extrativa mineral e da própria indústria da transformação, que teve o primeiro resultado positivo desde março de 2014”, disse o especialista.
Por outro lado, no entanto, há resultados negativos, como a queda de 4,5% na formação bruta de capital fixo.“Pelo lado da demanda, as famílias estão ainda endividadas, receosas de perder o emprego, para pegar um empréstimo [para compra de imóveis] e os estados e municípios, os contratantes das grandes obras, estão quebrados. Então, a construção ficará negativa por muito tempo”, afirma Considera.
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