IBPT: Provedores regionais enfrentam barreira tributária para crescer
Ao sair do Simples, somente no ICMS os provedores passam de uma alíquota de 4% para 24%, destaca estudo da associação e da Abrint
Os provedores regionais de internet - que hoje respondem por cerca de 10% do mercado de banda larga do País - enfrentam dificuldades em ampliar sua participação no mercado por questões tributárias. É o que mostra o estudo realizado pela Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) e o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributário (IBPT).
De acordo com o estudo, se o provedor sair do Simples Nacional, o aumento de carga tributária
inviabilizaria a manutenção das empresas. "O Simples parece que foi feito para que as empresas não cresçam", desabafou Erich Rodrigues, presidente da associação. Somente no ICMS, os provedores passam de uma alíquota de 4% para 24%. "Ao contrário de outros setores muito taxados pelos estados (ICMS), como de energia e petróleo, telecomunicações têm um número grande de pequenas empresas, que não suportam alíquotas acima de 20%", ressalta Rodrigues.
O estudo leva em conta os números de 2012 a 2016. No período, os provedores regionais cresceram 28,6% e, apesar da crise, tiveram faturamento estável, em torno de R$ 13 bilhões ao ano. Para ter um desempenho razoável, o provedor deve prestar 30% de serviços de telecomunicações (SCM) e 70% de serviços de valor adicionado (SVA) e faturar até R$ 3,6 milhões. Esse desenho, entretanto, é incompatível com o novo modelo de empresa, que constrói rede de última milha em fibra óptica e que se tornou uma realidade no Brasil. (com informações do site do IBPT)
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O estudo leva em conta os números de 2012 a 2016. No período, os provedores regionais cresceram 28,6% e, apesar da crise, tiveram faturamento estável, em torno de R$ 13 bilhões ao ano. Para ter um desempenho razoável, o provedor deve prestar 30% de serviços de telecomunicações (SCM) e 70% de serviços de valor adicionado (SVA) e faturar até R$ 3,6 milhões. Esse desenho, entretanto, é incompatível com o novo modelo de empresa, que constrói rede de última milha em fibra óptica e que se tornou uma realidade no Brasil. (com informações do site do IBPT)
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