PASSADENA: Venda de refinaria dos EUA e hibernação da Fafen aceleram desinvestimentos
Medidas estão inseridas em proposta de enxugar Petrobrás, Banco do Brasil e Caixa Econômica e se desfazer das demais estatais, pregada pelo superministro Paulo Guedes
Alvo de muita polêmica e politização, a refinaria de Passadena (EUA) foi vendida pela Petrobrás América, braço da estatal petrolífera brasileira nos Estados Unidos. A francesa Chevron ficará com o ativo.
O valor da transação é de US$ 562 milhões, sendo US$ 350 milhões pelo valor das ações e US$ 212 milhões de capital de giro (data-base de outubro/2018). O valor final da operação está sujeito a ajustes de capital de giro até a data de fechamento da transação.
A operação faz parte do Programa de Parcerias e Desinvestimentos da Petrobras, integrante do Plano de Negócios e Gestão 2019-2023. A proposta abre um intenso e complexo programa de privatização do governo atual.
O plano da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, é se desfazer de 131 das atuais 134 estatais. Sobrariam apenas Petrobrás, Banco do Brasil e Caixa Econômica, ainda assim mais enxutas.
A partir desta quinta-feira (31), por exemplo, a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenadas (Fafen) suspende operação (hibernação) até a controladora Petrobrás encontrar um comprador. A medida vale para a unidade de Camaçari e também para a planta de Larangeiras (SE).
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O plano da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, é se desfazer de 131 das atuais 134 estatais. Sobrariam apenas Petrobrás, Banco do Brasil e Caixa Econômica, ainda assim mais enxutas.
A partir desta quinta-feira (31), por exemplo, a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenadas (Fafen) suspende operação (hibernação) até a controladora Petrobrás encontrar um comprador. A medida vale para a unidade de Camaçari e também para a planta de Larangeiras (SE).
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