IMPORTAÇÕES: Desembarques em alta na Bahia sinalizam maior dinamismo econômico
Acelerado no segundo semestre, aumento dos desembarques foram puxados por combustíveis e lubrificantes (33,4%), bens de consumo não duráveis (23,9%) e bens de capital (21,7%)
As importações baianas cresceram cerca de 10% no ano passado - um pouco mais do que os 9,1% das vendas externas -, alcançando US$ 7,92 bilhões, sinalizando um maior dinamismo da economia, apesar da ainda frágil recuperação da atividade industrial.Segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais, as importações baianas passaram a registrar crescimento desde o início do segundo semestre.
O aumento dos desembarques foram puxados pelas compras de combustíveis e lubrificantes (33,4%), bens de consumo não duráveis (23,9%) e bens de capital (21,7%). O crescimento deste último agregado é positivo por representar investimento das empresas em capacidade produtiva (máquinas e equipamentos). As compras nesse setor foram puxados pelos investimentos em energia (eólica e solar), e equipamentos de transporte de uso industrial.
Já as compras de bens intermediários, que representam 73% das importações do estado, reagiram a partir do quarto trimestre e fecharam o ano com crescimento de 7%. A reação das importações no segmento de transformação é, em alguma medida, um bom sinal, por apontar aquecimento da atividade do setor, que depende da aquisição de insumos.
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As importações baianas cresceram cerca de 10% no ano passado - um pouco mais do que os 9,1% das vendas externas -, alcançando US$ 7,92 bilhões, sinalizando um maior dinamismo da economia, apesar da ainda frágil recuperação da atividade industrial.Segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais, as importações baianas passaram a registrar crescimento desde o início do segundo semestre.
O aumento dos desembarques foram puxados pelas compras de combustíveis e lubrificantes (33,4%), bens de consumo não duráveis (23,9%) e bens de capital (21,7%). O crescimento deste último agregado é positivo por representar investimento das empresas em capacidade produtiva (máquinas e equipamentos). As compras nesse setor foram puxados pelos investimentos em energia (eólica e solar), e equipamentos de transporte de uso industrial.
Já as compras de bens intermediários, que representam 73% das importações do estado, reagiram a partir do quarto trimestre e fecharam o ano com crescimento de 7%. A reação das importações no segmento de transformação é, em alguma medida, um bom sinal, por apontar aquecimento da atividade do setor, que depende da aquisição de insumos.
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