MAIS IMPOSTOS: Receita avalia alíquota maior do IR, IVA e CPMF
Segundo secretário especial Marcos Cintra, equipe discute alternativas. A seu ver, sistema tributário brasileiro precisa ter mais progressividade
A equipe econômica capitaneada pelo ministro Paulo Guedes estuda diversas alternativas para aumentar a arrecadação. A principal delas é uma alíquota mais alta do Imposto de Renda para pessoas físicas que ganham mais, segundo relatou o novo secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra.
“O sistema tributário brasileiro precisa ter uma certa progressividade. Não iremos ao extremo de ter apenas uma alíquota. Poucas alíquotas são absolutamente adequadas e uma alíquota adicional para altas rendas, altos rendimentos”, declarou o secretário, após a cerimônia de transmissão de cargo para o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Atualmente, quem ganha até R$ 1.903,98 por mês é isento do IR. Quem recebe de R$ 1.903,99 até R$ 2.826,65 paga 7,5%. Remunerações de R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 paga 15%, de R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 recolhe 22,5% e quem recebe acima de R$ 4.664,68 é tributado em 27,5%.Além de aumentar a alíquota para os mais ricos, Cintra disse ser possível reduzir o IR para pessoas de renda menor e ampliar a faixa de isenção.
Marcos Cintra admitiu que está em análise a criação de um imposto sobre o valor agregado - que agruparia sete impostos - e a cobrança sobre operações financeiras, semelhante à antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). “Estamos ainda analisando as varias alternativas”, disse Cintra. (com informações da Abr)
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A equipe econômica capitaneada pelo ministro Paulo Guedes estuda diversas alternativas para aumentar a arrecadação. A principal delas é uma alíquota mais alta do Imposto de Renda para pessoas físicas que ganham mais, segundo relatou o novo secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra.
“O sistema tributário brasileiro precisa ter uma certa progressividade. Não iremos ao extremo de ter apenas uma alíquota. Poucas alíquotas são absolutamente adequadas e uma alíquota adicional para altas rendas, altos rendimentos”, declarou o secretário, após a cerimônia de transmissão de cargo para o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Atualmente, quem ganha até R$ 1.903,98 por mês é isento do IR. Quem recebe de R$ 1.903,99 até R$ 2.826,65 paga 7,5%. Remunerações de R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 paga 15%, de R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 recolhe 22,5% e quem recebe acima de R$ 4.664,68 é tributado em 27,5%.Além de aumentar a alíquota para os mais ricos, Cintra disse ser possível reduzir o IR para pessoas de renda menor e ampliar a faixa de isenção.
Marcos Cintra admitiu que está em análise a criação de um imposto sobre o valor agregado - que agruparia sete impostos - e a cobrança sobre operações financeiras, semelhante à antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). “Estamos ainda analisando as varias alternativas”, disse Cintra. (com informações da Abr)
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