BANCO CENTRAL: Ilan Goldfajn defende reformas
Em fase final de mandato no banco, executivo apoiou também a autonomia política da autoridade monetária
Em fase final de mandato, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn defendeu a necessidade de reformas econômicas e a autonomia da autoridade monetária. Embora seu nome tenha sido ventilado pelo atual governo, Goldfajn optou por sair do BC, onde deverá ser substituído por Roberto Campos Neto, assim que o indicado for sabatinado pelo Senado.
“O Brasil precisa continuar no caminho de ajustes e reformas, especialmente a reforma da previdência”, afirmou o atual presidente, em uma apresentação na filial paulista da escola de negócios Wharton School (Universidade da Pensilvânia).
Goldfajn defendeu a autonomia do Banco Central, a abertura da economia e as mudanças realizadas na Taxa de Longo Prazo (TLP), utilizada pelo BNDES para empréstimos a empresas.Com esses cenários, Goldfajn prevê que o Produto Interno Bruto brasileiro deve crescer 2,4% em 2019. A autonomia também é defendida pelo ministro da Economia do governo Bolsonaro, Paulo Guedes.
Segundo o presidente do Banco Central, a economia global traz desafios especiais aos países emergentes por causa das disputas no comércio internacional (Estados Unidos e China), da eventual elevação das taxas de juros nas economias avançadas e da aversão ao risco dos investidores financeiros globais. (da Agência Brasil, adaptado).
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Em fase final de mandato, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn defendeu a necessidade de reformas econômicas e a autonomia da autoridade monetária. Embora seu nome tenha sido ventilado pelo atual governo, Goldfajn optou por sair do BC, onde deverá ser substituído por Roberto Campos Neto, assim que o indicado for sabatinado pelo Senado.
“O Brasil precisa continuar no caminho de ajustes e reformas, especialmente a reforma da previdência”, afirmou o atual presidente, em uma apresentação na filial paulista da escola de negócios Wharton School (Universidade da Pensilvânia).
Goldfajn defendeu a autonomia do Banco Central, a abertura da economia e as mudanças realizadas na Taxa de Longo Prazo (TLP), utilizada pelo BNDES para empréstimos a empresas.Com esses cenários, Goldfajn prevê que o Produto Interno Bruto brasileiro deve crescer 2,4% em 2019. A autonomia também é defendida pelo ministro da Economia do governo Bolsonaro, Paulo Guedes.
Segundo o presidente do Banco Central, a economia global traz desafios especiais aos países emergentes por causa das disputas no comércio internacional (Estados Unidos e China), da eventual elevação das taxas de juros nas economias avançadas e da aversão ao risco dos investidores financeiros globais. (da Agência Brasil, adaptado).
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