INFRAESTRUTURA: Ministro defende privatização ou liquidação de 100 estatais
Tarcísio Gomes de Freitas entende que plano é exequível, se forem consideradas as subsidiárias. Cerca de 9 mil quilômetros de rodovia podem ser concedidos
O plano do governo federal de privatizar ou liquidar 100 estatais durante a gestão Jair Bolsonaro é exequível, afirmou nesta terça-feira o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. “É possível colocar em prática se você pensar que há muitas subsidiárias", afirmou o gestor à Rádio CBN, antes da segunda reunião ministerial da atual gestão.
Segundo o ministro, as privatizações podem ocorrer nos próximos meses. Ele não detalhou os planos de desestatização, mas acrescentou que subsidiárias da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Caixa Econômica e Petrobrás estão neste pacote.
"Obviamente, a gente está falando não só de privatizações, mas também de liquidação de empresas que não fazem mais sentido. As liquidações vão desonerar o orçamento e vai sobrando dinheiro para investir em outras prioridades”, concluiu.
Parcerias
Tarcísio Freitas disse, ainda, que reforçará as negociações com a iniciativa privada para buscar incentivos aos investimentos em infraestrutura no país e priorizar outros gastos com recursos públicos. "Não há mais recurso fiscal. Para prover infraestrutura, vamos ter que contar muito com a iniciativa privada, por isso, nosso foco nas concessões, nas parcerias publico-privadas”, explicou.
De acordo com o ministro da Infraestrutura, há planos definidos para ferrovias e setor portuário e metas para recuperação da malha rodoviária. “Tenho que pegar todos os trechos passíveis de exploração pela iniciativa privada. Isso vai fazer com que, na área da concessão, a gente disponibilize para a iniciativa privada quase 9 mil quilômetros de rodovias”. ( da Agência Brasil, adaptado)
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O plano do governo federal de privatizar ou liquidar 100 estatais durante a gestão Jair Bolsonaro é exequível, afirmou nesta terça-feira o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. “É possível colocar em prática se você pensar que há muitas subsidiárias", afirmou o gestor à Rádio CBN, antes da segunda reunião ministerial da atual gestão.
Segundo o ministro, as privatizações podem ocorrer nos próximos meses. Ele não detalhou os planos de desestatização, mas acrescentou que subsidiárias da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Caixa Econômica e Petrobrás estão neste pacote.
"Obviamente, a gente está falando não só de privatizações, mas também de liquidação de empresas que não fazem mais sentido. As liquidações vão desonerar o orçamento e vai sobrando dinheiro para investir em outras prioridades”, concluiu.
Parcerias
Tarcísio Freitas disse, ainda, que reforçará as negociações com a iniciativa privada para buscar incentivos aos investimentos em infraestrutura no país e priorizar outros gastos com recursos públicos. "Não há mais recurso fiscal. Para prover infraestrutura, vamos ter que contar muito com a iniciativa privada, por isso, nosso foco nas concessões, nas parcerias publico-privadas”, explicou.
De acordo com o ministro da Infraestrutura, há planos definidos para ferrovias e setor portuário e metas para recuperação da malha rodoviária. “Tenho que pegar todos os trechos passíveis de exploração pela iniciativa privada. Isso vai fazer com que, na área da concessão, a gente disponibilize para a iniciativa privada quase 9 mil quilômetros de rodovias”. ( da Agência Brasil, adaptado)
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