CONCESSÕES: Franceses vão gerir aeroporto de Salvador
Equipamento recebeu lance único de R$ 660 milhões. Vince Airports terá a missão de reestruturar o terminal baiano, o pior entre os 15 maiores, segundo a Anac.
Com um lance único de R$ 660 milhões, o grupo francês Vinci Airports arrematou o Aeroporto Luís Eduardo Magalhães, em Salvador. Nenhum dos outros grupos que participaram do leilão de quatro aeroportos competiu pelo equipamento baiano. O leilão ocorreu nesta quinta-feira (16), na Bovespa. A oferta mínima era R$ 310 milhões.
A missão da Vinci - representada pelo BTG no leilão - é concluir as obras de modernização do terminal - o pior entre os 15 maiores, segundo a Anac. Será necessário ainda realizar a segunda pista do aeroporto internacional de Salvador, além de ampliações no terminal de embarque e sinalização, em investimentos que totalizarão R$ 2,35 bilhões.
O certame representou o sucesso da primeira rodada de concessões federais este ano. Somando as ofertas pelos terminais Salgado Filho (Porto Alegre), Pinto Martins (Fortaleza) e Hercílio Luz (Florianópolis), totalizando R$1,353 bilhão de ofertas iniciais. O valor corresponde a 25% do total da outorga e representou um ágio de 79%.
Com uma proposta de R$ 403,23 milhões, os alemães da Fraport levaram o terminal cearense. Em Santa Catarina, a suiça Zurich venceu o leilão, com oferta de R$ 58,3 milhões. Em Porto Alegre foi registrado o maior ágio (649,6%). A Fraport ofereceu R$ 230,5 milhões - o lance mínimo era de apenas R$ 31 milhões.
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