PREVIDÊNCIA: Com desarticulação governista, parecer sobre reforma será lido às 14h30
Em evento na segunda-feira, presidente da Câmara e ministro da Economia descartam coordenação política
Primeiro posicionamento oficial do parlamento sobre a Reforma da Previdência será apresentado nesta terça-feira (9), na Comissão de Constituição e Justiça. Neste horário, o relator na CCJ, deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL) vai ler seu relatório.
A tendência é de que o parlamentar vote pela admissibilidade da legalidade da proposta e não adentre por questões de mérito. Temas como as mudanças no Benefício de Prestação Continuada ou o modelo de capitalização dividem a Casa, mas o momento desta discursão é a comissão especial, próximo passo na tramitaçaõ.
Com votação na CCJ prevista para o dia 17, a reforma da Previdência deve passar sem sustos para esta etapa. Contudo, o processo segue nada tranquilo para o governo. Em evento conjunto na segunda-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes,e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, negaram participar da articulação em favor da matéria.
O ministro alegou não ter temperamento para o parlamento, enquanto o dirigene do parlamento ainda reclama do tratamento recebido de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Maia, ao menos, assegurou pauta no Plenário para as duas rodadas decisivas de votação em junho.
A tarefa de conduzir a conquista de novos votos, porém, deverá ficar exclusivamente com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Atualmente, o governo avalia contar com aproximadamente 200 dos 308 votos necessários à aprovação.
Primeiro posicionamento oficial do parlamento sobre a Reforma da Previdência será apresentado nesta terça-feira (9), na Comissão de Constituição e Justiça. Neste horário, o relator na CCJ, deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL) vai ler seu relatório.
A tendência é de que o parlamentar vote pela admissibilidade da legalidade da proposta e não adentre por questões de mérito. Temas como as mudanças no Benefício de Prestação Continuada ou o modelo de capitalização dividem a Casa, mas o momento desta discursão é a comissão especial, próximo passo na tramitaçaõ.
Com votação na CCJ prevista para o dia 17, a reforma da Previdência deve passar sem sustos para esta etapa. Contudo, o processo segue nada tranquilo para o governo. Em evento conjunto na segunda-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes,e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, negaram participar da articulação em favor da matéria.
O ministro alegou não ter temperamento para o parlamento, enquanto o dirigene do parlamento ainda reclama do tratamento recebido de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Maia, ao menos, assegurou pauta no Plenário para as duas rodadas decisivas de votação em junho.
A tarefa de conduzir a conquista de novos votos, porém, deverá ficar exclusivamente com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Atualmente, o governo avalia contar com aproximadamente 200 dos 308 votos necessários à aprovação.
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