CONCURSOS: Ministro da Economia quer barrar novos certames
Paulo Guedes não deixou claro o grau deste travamento. O próprio gestor fala em aposentadoria de metade do funcionalismo
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo federal pode "travar" novos concursos. O tema foi tratado em discurso no seminário "E agora, Brasil?", sobre os 100 dias do governo Jair Bolsonaro. O encontro foi promovido pelos jornais O Globo e Valor Econômico.
Na sua apresentação, Guedes não deixou claro o grau deste travamento, uma vez que o próprio gestor ressaltou que 50% do funcionalismo federal deve se aposentar nos próximos cinco anos. " Quero saber por que precisa, tem que ver os atributos", declarou o ministro.
No mês passado, o governo editou um decreto para estabelecer critérios mais rígidos para abertura de vagas por meio de concursos públicos. As regras passarão a valer a partir de 1º de junho. A intenção, segundo o governo Jair Bolsonaro, é haver mais "rigor na autorização de concurso público e na autorização de nomeação de aprovados".
Conforme o decreto, novos concursos não terão prazo de validade superior a dois anos (salvo se houver previsão no edital) e os órgãos públicos deverão provar que tentaram outras medidas para preencher as vagas, como remanejamento de pessoal.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo federal pode "travar" novos concursos. O tema foi tratado em discurso no seminário "E agora, Brasil?", sobre os 100 dias do governo Jair Bolsonaro. O encontro foi promovido pelos jornais O Globo e Valor Econômico.
Na sua apresentação, Guedes não deixou claro o grau deste travamento, uma vez que o próprio gestor ressaltou que 50% do funcionalismo federal deve se aposentar nos próximos cinco anos. " Quero saber por que precisa, tem que ver os atributos", declarou o ministro.
No mês passado, o governo editou um decreto para estabelecer critérios mais rígidos para abertura de vagas por meio de concursos públicos. As regras passarão a valer a partir de 1º de junho. A intenção, segundo o governo Jair Bolsonaro, é haver mais "rigor na autorização de concurso público e na autorização de nomeação de aprovados".
Conforme o decreto, novos concursos não terão prazo de validade superior a dois anos (salvo se houver previsão no edital) e os órgãos públicos deverão provar que tentaram outras medidas para preencher as vagas, como remanejamento de pessoal.
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