COMBUSTÍVEIS - Após polêmica, Petrobrás reajusta o diesel
Ao anunciar a medida, o presidente da companhia, Roberto Castello Branco, reafirmou a atual política de preços
Após polêmica envolvendo o presidente Jair Bolsonaro e queda nas ações, a Petrobrás reajustou o diesel, que passou de R$ 2,14 para R$ 2,24 por litro. Ao anunciar a medida, o presidente da companhia, Roberto Castello Branco, reafirmou a atual política de preços, com reajustes intervalados de no mínimo 15 dias.
“A periodicidade está mantida. Por exemplo, agora nós levamos 24 dias do último reajuste. Nós não vamos fazer reajustes diários, eu sou contrário a essa política.” Castello Branco disse que o reajuste em R$ 0,10 nas refinarias não significa que o valor será automaticamente acrescido nas bombas, pois o preço do diesel vendido pela Petrobras representa 54% do valor final do produto.
O gestor também comentou a controvérsia política de interferência do Planalto.“O presidente Bolsonaro não pediu nada. Apenas me alertou sobre os riscos que representava uma greve dos caminhoneiros. Fiz uma reunião com os diretores para suspender o reajuste de preços para uma reavaliação. Todos nós sofremos com a greve dos caminhoneiros. Fui favorável a sustar o reajuste dos preços”, afirmou o executivo, na noite da quarta-feira (17).
Após polêmica envolvendo o presidente Jair Bolsonaro e queda nas ações, a Petrobrás reajustou o diesel, que passou de R$ 2,14 para R$ 2,24 por litro. Ao anunciar a medida, o presidente da companhia, Roberto Castello Branco, reafirmou a atual política de preços, com reajustes intervalados de no mínimo 15 dias.
“A periodicidade está mantida. Por exemplo, agora nós levamos 24 dias do último reajuste. Nós não vamos fazer reajustes diários, eu sou contrário a essa política.” Castello Branco disse que o reajuste em R$ 0,10 nas refinarias não significa que o valor será automaticamente acrescido nas bombas, pois o preço do diesel vendido pela Petrobras representa 54% do valor final do produto.
O gestor também comentou a controvérsia política de interferência do Planalto.“O presidente Bolsonaro não pediu nada. Apenas me alertou sobre os riscos que representava uma greve dos caminhoneiros. Fiz uma reunião com os diretores para suspender o reajuste de preços para uma reavaliação. Todos nós sofremos com a greve dos caminhoneiros. Fui favorável a sustar o reajuste dos preços”, afirmou o executivo, na noite da quarta-feira (17).
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