CADASTRO POSITIVO: Cerca de 2,5 milhões de empresas menores passarão a ter crédito
Impacto da medida foi constatado em estudo da Serasa Experian. Na Bahia, serão 138 mil MPEs beneficiadas e injeção de R$ 9,9 bi na economia
Sancionadas nesta segunda-feira (8) pelo presidente Jair Bolsonaro, as mudanças no cadastro positivo farão com que 2,5 milhões de micros, pequenas e médias empresas brasileiras passem a ter acesso ao crédito no país. O número - 23,6% do total das MPMEs ativas na Receita Federal e não negativadas (10,6 milhões) - foi encontrado por estudo da Serasa Experian.
A partir de simulações estatísticas , a Serasa Experian apurou ainda que a inclusão no Cadastro Positivo dessas MPMEs tende a resultar em uma injeção de R$ 180 bilhões na economia brasileira. Na Bahia, serão 138 mil MPEs beneficiadas e injeção de R$ 9,9 bi na economia
“O crédito é vital à manutenção e à evolução de negócios de todos os portes. No entanto, micros e pequenos empresários, que já estariam elegíveis à contratação de empréstimos e financiamentos, ainda se deparam com o desafio de se habilitarem formalmente para usufruir de propostas mais adequadas aos seus perfis”, afirma o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.
Sancionadas nesta segunda-feira (8) pelo presidente Jair Bolsonaro, as mudanças no cadastro positivo farão com que 2,5 milhões de micros, pequenas e médias empresas brasileiras passem a ter acesso ao crédito no país. O número - 23,6% do total das MPMEs ativas na Receita Federal e não negativadas (10,6 milhões) - foi encontrado por estudo da Serasa Experian.
A partir de simulações estatísticas , a Serasa Experian apurou ainda que a inclusão no Cadastro Positivo dessas MPMEs tende a resultar em uma injeção de R$ 180 bilhões na economia brasileira. Na Bahia, serão 138 mil MPEs beneficiadas e injeção de R$ 9,9 bi na economia
“O crédito é vital à manutenção e à evolução de negócios de todos os portes. No entanto, micros e pequenos empresários, que já estariam elegíveis à contratação de empréstimos e financiamentos, ainda se deparam com o desafio de se habilitarem formalmente para usufruir de propostas mais adequadas aos seus perfis”, afirma o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.
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