AGRICULTURA: Bahia define novo manejo do cacau cabruca
Portaria com as novas diretrizes será publicada durante a semana, informou o secretário estadual de Meio Ambiente, João Carlos Oliveira
Será publicada durante esta semana a portaria que define novo modelo de manejo do cacau cabruca. A informação foi dada pelo secretário estadual do Meio Ambiente, João Carlos Oliveira, e divulgada pela assessoria do governo estadual.
A portaria incentiva a produção de cacau em áreas de mata nativa, com sombreamento, passando da média atual de 300 para 700 pés de cacau por hectare. O sistema, segundo a assessoria, vai possibilitar o aumento da produção e da produtividade no sul da Bahia.
“Era uma reivindicação dos produtores de cacau, cuja efetivação pelo Governo do Estado se deu num processo de construção coletiva", afirmou o secretário.“O cacau é uma planta conservacionista e, graças a esse cultivo, o sul da Bahia possui grandes áreas de Mata Atlântica. É um produto inserido na sustentabilidade econômica, social, cultural e ambiental”.
Participaram da elaboração da portaria pesquisadores e técnicos da Universidade Estadual de Santa Cruz, Inema, Ceplac, Ministério do Meio Ambiente, Secretaria do Meio Ambiente e associações de produtores.
Será publicada durante esta semana a portaria que define novo modelo de manejo do cacau cabruca. A informação foi dada pelo secretário estadual do Meio Ambiente, João Carlos Oliveira, e divulgada pela assessoria do governo estadual.
A portaria incentiva a produção de cacau em áreas de mata nativa, com sombreamento, passando da média atual de 300 para 700 pés de cacau por hectare. O sistema, segundo a assessoria, vai possibilitar o aumento da produção e da produtividade no sul da Bahia.
“Era uma reivindicação dos produtores de cacau, cuja efetivação pelo Governo do Estado se deu num processo de construção coletiva", afirmou o secretário.“O cacau é uma planta conservacionista e, graças a esse cultivo, o sul da Bahia possui grandes áreas de Mata Atlântica. É um produto inserido na sustentabilidade econômica, social, cultural e ambiental”.
Participaram da elaboração da portaria pesquisadores e técnicos da Universidade Estadual de Santa Cruz, Inema, Ceplac, Ministério do Meio Ambiente, Secretaria do Meio Ambiente e associações de produtores.
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