NORTE-SUL: Marcado para esta quinta, leilão atrai dois interessados
VLI e Rumo já operam trechos articulados com o traçado que será ofertado ao mercado pelo PPI. Direito de passagem está no centro da polêmica.
Primeiro leilão de ferrovia do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), a subconcessão da Ferrovia Norte Sul (FNS) atraiu, ao menos, dois interessados: Rumo e VLI. Ambas operam trechos articulados com os 1,5 mil quilômetros que serão ofertados ao mercado nesta quinta-feira (28), na B3.
De acordo com o edital do certame, o interessado que oferecer o maior valor de outorga no leilão terá o direito de operar o trecho de 1.537 quilômetros entre Porto Nacional e Estrela D'Oeste. Por considerar que o edital privilegia quem já opera na rede ferrêa nacional, o MP de Contas acionou o TCU para evitar o leilão, mas o Ministério de Infraestrutura costura acordo e deve evitar o embargo.O direito de passagem - transporte de vagões vindos de vias administradas por outras concessionárias - está no centro da polêmica.
A Rumo é operadora da Malha Paulista, que se conecta ao Sul com a FNS até o Porto de Santos, na altura do município de Estrela D'Oeste. A VLI, que opera o Tramo Norte da FNS, com 720 quilômetros entre Açailândia (MA) e Porto Nacional (TO), também é parte interessada.
Com gestão própria, a VLI tem quatro acionistas: Vale, Brookfield, Mitsui e FI-FGTS. A Norte Sul se conecta em Açailândia com a Estrada de Ferro Carajás operada pela Vale, que leva ao Porto de Itaqui (MA).
O lance mínimo é de R$ 1,4 bilhões e o investimento previsto, de R$ 2,7 bilhões. Com informações do Correio Braziliense
Primeiro leilão de ferrovia do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), a subconcessão da Ferrovia Norte Sul (FNS) atraiu, ao menos, dois interessados: Rumo e VLI. Ambas operam trechos articulados com os 1,5 mil quilômetros que serão ofertados ao mercado nesta quinta-feira (28), na B3.
De acordo com o edital do certame, o interessado que oferecer o maior valor de outorga no leilão terá o direito de operar o trecho de 1.537 quilômetros entre Porto Nacional e Estrela D'Oeste. Por considerar que o edital privilegia quem já opera na rede ferrêa nacional, o MP de Contas acionou o TCU para evitar o leilão, mas o Ministério de Infraestrutura costura acordo e deve evitar o embargo.O direito de passagem - transporte de vagões vindos de vias administradas por outras concessionárias - está no centro da polêmica.
A Rumo é operadora da Malha Paulista, que se conecta ao Sul com a FNS até o Porto de Santos, na altura do município de Estrela D'Oeste. A VLI, que opera o Tramo Norte da FNS, com 720 quilômetros entre Açailândia (MA) e Porto Nacional (TO), também é parte interessada.
Com gestão própria, a VLI tem quatro acionistas: Vale, Brookfield, Mitsui e FI-FGTS. A Norte Sul se conecta em Açailândia com a Estrada de Ferro Carajás operada pela Vale, que leva ao Porto de Itaqui (MA).
O lance mínimo é de R$ 1,4 bilhões e o investimento previsto, de R$ 2,7 bilhões. Com informações do Correio Braziliense
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