LICITAÇÕES: Estaleiro baiano fica de fora da fabricação de corvetas
Vencedor, consórcio águas vivas, foi anunciado nesta quinta pela Marinha. Grupo é composto por alemão, braço da Embraer e outros
Formado pelo grupo alemão Thyssenkrupp, por um braço da Embraer e outros sócios, o consórcio Águas Azuis vai construir o grupo de quatro corvetas classe Tamandaré. O estaleiro baiano Enseada integrava uma das três candidaturas preteridas
Segundo fontes da Marinha, o vencedor foi escolhido por oferecer um maior conteúdo local - 1,6%, para o primeiro navio, e média de 41% para os demais. A proposta vencedora apresenta um projeto de um navio de propriedade intelectual da empresa alemã Thyssenkrupp, baseado nos navios da classe “MEKO A100”.
As empresas Atech Negócios em Tecnologias S.A, Estaleiro Aliança S.A (Oceana/Grupo CBO), Atlas Elektronik e L3 MAPPs também integram o consórcio. A participação da Embraer se dará pelo braço de defesa da companhia, não integrando a joint venture em negociação com a Boeing.
Com um montante de investimento de US$ 1,6 bilhão, o contrato das corvetas são tratados como um alívio à industria naval depois da crise das sondas da Petrobrás pós operação Lava Jato. Os navios devem ser construídos em Santa Catarina, com entrega entre 2024 e 2028.
Formado pelo grupo alemão Thyssenkrupp, por um braço da Embraer e outros sócios, o consórcio Águas Azuis vai construir o grupo de quatro corvetas classe Tamandaré. O estaleiro baiano Enseada integrava uma das três candidaturas preteridas
Segundo fontes da Marinha, o vencedor foi escolhido por oferecer um maior conteúdo local - 1,6%, para o primeiro navio, e média de 41% para os demais. A proposta vencedora apresenta um projeto de um navio de propriedade intelectual da empresa alemã Thyssenkrupp, baseado nos navios da classe “MEKO A100”.
As empresas Atech Negócios em Tecnologias S.A, Estaleiro Aliança S.A (Oceana/Grupo CBO), Atlas Elektronik e L3 MAPPs também integram o consórcio. A participação da Embraer se dará pelo braço de defesa da companhia, não integrando a joint venture em negociação com a Boeing.
Com um montante de investimento de US$ 1,6 bilhão, o contrato das corvetas são tratados como um alívio à industria naval depois da crise das sondas da Petrobrás pós operação Lava Jato. Os navios devem ser construídos em Santa Catarina, com entrega entre 2024 e 2028.
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