ESTATAIS: Gestores da União defendem privatizações das próprias empresas
Preservados por opção do presidente Jair Bolsonaro, venda da Caixa, BB e Petrobras defendem venda destes ativos em evento na FGV
Se a escolha fosse do ministro da Economia, Paulo Guedes, o governo federal iria se desfazer de todas as estatais. O presidente Jair Bolsonaro, advoga a manutenção do Banco do Brasil, Caixa Econômica e Petrobrás. Na sexta-feira (15), os dirigentes destas mesmas empresas defenderam a visão de Paulo Guedes durante o seminário A Nova Economia Liberal, na FGV.
Presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, defendeu que, mesmo privatizado, o banco poderá cumprindo os objetivos do governo. Ademais, as funções do BB poderiam ser melhor desempenhadas sem as amarras do setor público."Ao longo da história, o governo mais atrapalhou do que ajudou o Banco do Brasil”, afirmou.
No mesmo evento, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse que a estatal deveria ser privatizada. Mesmo com controle acionário da União, Castello Branco anunciou uma ousada meta de desinvestimento de US$ 10 bi nos quatro primeiros meses do ano. A seu ver, o desafio à frente da petrolífera é fazer ela funcionar como se fosse empresa privada.
O presidente da CEF, Pedro Guimarães, destacou o papel social do banco público, mas afirmou que a instituição opera áreas e tem ativos que não deveriam fazer parte da carteira de um banco, como ações da Petrobras. Segundo Guimarães, ainda este ano serão feitas quatro operações no mercado de capitais.A primeira venda ocorre em setembro (Caixa Seguridade).
Da minha parte, considero que certas estruturas públicas devem mesmo serem vendidas ou extintas, como o caso da Empresa Brasileira de Comunicação - desconheço qualquer política pública que tenha melhorado por causa da EBC. Mas os radicalismos sempre promovem disfunção.
Por mais que o governo apresente organização - algo, aliás,em falta nos novos habitantes do Planalto - não dá para encerrar 131 empresas em quatro anos. Em paralelo, é preciso garantir uma estrutura pública de investimento. Nem todas as áreas são de interesse e expertise privados. (Adriano Villela, com informações da ABr).
Se a escolha fosse do ministro da Economia, Paulo Guedes, o governo federal iria se desfazer de todas as estatais. O presidente Jair Bolsonaro, advoga a manutenção do Banco do Brasil, Caixa Econômica e Petrobrás. Na sexta-feira (15), os dirigentes destas mesmas empresas defenderam a visão de Paulo Guedes durante o seminário A Nova Economia Liberal, na FGV.
Presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, defendeu que, mesmo privatizado, o banco poderá cumprindo os objetivos do governo. Ademais, as funções do BB poderiam ser melhor desempenhadas sem as amarras do setor público."Ao longo da história, o governo mais atrapalhou do que ajudou o Banco do Brasil”, afirmou.
No mesmo evento, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse que a estatal deveria ser privatizada. Mesmo com controle acionário da União, Castello Branco anunciou uma ousada meta de desinvestimento de US$ 10 bi nos quatro primeiros meses do ano. A seu ver, o desafio à frente da petrolífera é fazer ela funcionar como se fosse empresa privada.
O presidente da CEF, Pedro Guimarães, destacou o papel social do banco público, mas afirmou que a instituição opera áreas e tem ativos que não deveriam fazer parte da carteira de um banco, como ações da Petrobras. Segundo Guimarães, ainda este ano serão feitas quatro operações no mercado de capitais.A primeira venda ocorre em setembro (Caixa Seguridade).
Da minha parte, considero que certas estruturas públicas devem mesmo serem vendidas ou extintas, como o caso da Empresa Brasileira de Comunicação - desconheço qualquer política pública que tenha melhorado por causa da EBC. Mas os radicalismos sempre promovem disfunção.
Por mais que o governo apresente organização - algo, aliás,em falta nos novos habitantes do Planalto - não dá para encerrar 131 empresas em quatro anos. Em paralelo, é preciso garantir uma estrutura pública de investimento. Nem todas as áreas são de interesse e expertise privados. (Adriano Villela, com informações da ABr).
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