INDÚSTRIA QUÍMICA: Produção sinaliza recuperação em janeiro
índice de vendas internas teve resultado expressivo com um crescimento de 13,27% sobre dezembro, porém 9,34% abaixo em relação a janeiro de 2018
Os dados preliminares de janeiro de 2019 destacam que o índice de produção na indústria química subiu 10,55% sobre o mês anterior. O resultado, de acordo com a associação do setor produtivo (Abiquim), se deve mais à comparação deprimida do último bimestre do ano passado.
Na comparação com janeiro de 2018, o resultado também foi positivo, mas com expansão de 0,5%. O índice de vendas internas teve resultado expressivo com um crescimento de 13,27% sobre dezembro, porém 9,34% abaixo em relação a janeiro de 2018.
Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, a expectativa do setor para 2019 é a de que o país caminhe na direção da correção dos principais fatores que afetam a competitividade das empresas que produzem localmente, sobretudo se forem aprovadas as reformas.
“Especificamente na química, os custos com aquisição de matérias-primas e energia acabam impondo um custo adicional ao produtor local. Essas mudanças são essenciais para que se possa realizar uma abertura comercial nos moldes do que o novo governo pretende”, explica a executiva.
Os dados preliminares de janeiro de 2019 destacam que o índice de produção na indústria química subiu 10,55% sobre o mês anterior. O resultado, de acordo com a associação do setor produtivo (Abiquim), se deve mais à comparação deprimida do último bimestre do ano passado.
Na comparação com janeiro de 2018, o resultado também foi positivo, mas com expansão de 0,5%. O índice de vendas internas teve resultado expressivo com um crescimento de 13,27% sobre dezembro, porém 9,34% abaixo em relação a janeiro de 2018.
Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, a expectativa do setor para 2019 é a de que o país caminhe na direção da correção dos principais fatores que afetam a competitividade das empresas que produzem localmente, sobretudo se forem aprovadas as reformas.
“Especificamente na química, os custos com aquisição de matérias-primas e energia acabam impondo um custo adicional ao produtor local. Essas mudanças são essenciais para que se possa realizar uma abertura comercial nos moldes do que o novo governo pretende”, explica a executiva.
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