ESPORTE: A verdade sobre o estágio de Bahia e Vitória
Uma diferença de oito pontos é provavelmente a maior folga do futebol brasileiro este ano. Algo muito improvável de se conseguir em poucas semanas
Por Adriano Villela
Sem desmerecer o trabalho de Falcão, indicutivelmente elogiável, um olhar atento aos detalhes mostra outra outras explicações para a explosão tricolor neste início de ano. Uma diferença de oito pontos é provavelmente a maior folga do futebol brasileiro este ano. Algo muito improvável de se conseguir em poucas semanas.Principalmente se levarmos em conta que sete dos prováveis titulares estão machucados.
Detalhe 1 - Dos jogadores que vêem atuando, apenas Rafael Donato chegou este ano. Curiosamente, a contratação mais contestadas pelas análises preliminares, incluindo as minhas. É a continuidade da base. O time sente menos ausências de Coelho, Morais, Zé Roberto e Jefferson porque eles não estavam no grupo do ano passado. O mesmo do quase eterno machucado Ávine. A maioria dos atuais titulares eram reserva em 2011, mas treinavam junto com Titi, Júnior e Souza.
Detalhe 2 - O Bahia manteve uma base em que havia encaixe.O time escapou da degola, conseguiu vaga na Sulamericana e protagonizou um jogo histórico com o São Paulo. O grupo tinha confiança.
Detalhe 3 - Não poderia esquecer: os garotos estão tendo chance, mesclados com profissionais experientes.
Detalhe 4 - Falcão contribui. O time tem mais velocidade e criatividade. E, o principal, não treme nas adversidades. Sabe esperar o momento do bote.
Detalhe 5 - O Vice também aproveita uma boa base do ano passado, mas de um grupo que não deu liga. O grupo atual acirrou um defeito que já poderia ser visto no ano passado: não há criatividade. Sem Nino Paraíba, não há um lateral que resolva. Lúcio Flávio, Geovani e Arthur Maia não criam nada, como já faziam isso no passado. Ganharam a companhia de Pedro ken, cujo desempenho no rubro-negro ainda não vi.
Detalhe 6 - Ken, Robston, Tartá e Dinei precisam entrar em campo logo, sob pena de o Vice não conseguir tempo hábil para se entrosar num outra form de jogar que seja resolutiva. Deste jeito, cai para a teceria
Detalhe 7 - Cerezo não contribui. È um disfarçado distribuidor de camisa. Não vi ele mudar o posicionamento ou a forma de jogar de qualquer atleta. Tenta jogar só com um lateral, com três meias ou algo do gênero. Fica só variando na escalação sem dar uma cara ao time que resolva.
Por Adriano Villela
Sem desmerecer o trabalho de Falcão, indicutivelmente elogiável, um olhar atento aos detalhes mostra outra outras explicações para a explosão tricolor neste início de ano. Uma diferença de oito pontos é provavelmente a maior folga do futebol brasileiro este ano. Algo muito improvável de se conseguir em poucas semanas.Principalmente se levarmos em conta que sete dos prováveis titulares estão machucados.
Detalhe 1 - Dos jogadores que vêem atuando, apenas Rafael Donato chegou este ano. Curiosamente, a contratação mais contestadas pelas análises preliminares, incluindo as minhas. É a continuidade da base. O time sente menos ausências de Coelho, Morais, Zé Roberto e Jefferson porque eles não estavam no grupo do ano passado. O mesmo do quase eterno machucado Ávine. A maioria dos atuais titulares eram reserva em 2011, mas treinavam junto com Titi, Júnior e Souza.
Detalhe 2 - O Bahia manteve uma base em que havia encaixe.O time escapou da degola, conseguiu vaga na Sulamericana e protagonizou um jogo histórico com o São Paulo. O grupo tinha confiança.
Detalhe 3 - Não poderia esquecer: os garotos estão tendo chance, mesclados com profissionais experientes.
Detalhe 4 - Falcão contribui. O time tem mais velocidade e criatividade. E, o principal, não treme nas adversidades. Sabe esperar o momento do bote.
Detalhe 5 - O Vice também aproveita uma boa base do ano passado, mas de um grupo que não deu liga. O grupo atual acirrou um defeito que já poderia ser visto no ano passado: não há criatividade. Sem Nino Paraíba, não há um lateral que resolva. Lúcio Flávio, Geovani e Arthur Maia não criam nada, como já faziam isso no passado. Ganharam a companhia de Pedro ken, cujo desempenho no rubro-negro ainda não vi.
Detalhe 6 - Ken, Robston, Tartá e Dinei precisam entrar em campo logo, sob pena de o Vice não conseguir tempo hábil para se entrosar num outra form de jogar que seja resolutiva. Deste jeito, cai para a teceria
Detalhe 7 - Cerezo não contribui. È um disfarçado distribuidor de camisa. Não vi ele mudar o posicionamento ou a forma de jogar de qualquer atleta. Tenta jogar só com um lateral, com três meias ou algo do gênero. Fica só variando na escalação sem dar uma cara ao time que resolva.
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