HUMOR: Recheio indesejado
-Moço, o rabecão está com "recheio"? - perguntou, apontando para o fundo.
- Eu avisei que meu caso também era urgente, resumuiu o motorista.
Por Adriano Villela
O segundo episódio de Baseado em Histórias Fictícias vai relatar o caso da representante comercial D.H. A jovem profissional liberal viajava de cidade em cidade no sertão baiano, em busca de aumentar os trocados no final do mês vendendo roupas.
Certa feita, dia cheio, com muitos clientes para visitar. Justamente no dia em que achava que faturaria mais, o carro quebra. Em plena estrada de barro, uma carona era urgente. Eis que surge um rabecão, que para próximo dela:
- Moço, por favor me dê uma carona até a cidade mais próxima. Até um posto de gasolina serve. É urgente. Preciso ligar para minha cliente agora- pressionou ela.
- Também tenho minhas urgências, moça. Sei que está avechada,mas não posso perder tempo. - respondeu o motorista.
- Moço, é questão de vida ou morte - apelou ela, para logo depois ver a porta do carona ser aberta. D. H. subiu, acomodou a mochila com o mostruário das roupas e deu um rápido suspiro. Com dois minutos de viagem, o rabecão bateu num buraco. O som vindo de trás era de um grande volume se movendo. Sem querer falar o nome macabro, a vendedora pergunta:
-Moço, o rabecão está com "recheio"? - perguntou, apontando para o fundo.
- Eu avisei que meu caso também era urgente, resumuiu o motorista.
Ao final, D.H. já sentia que depois dessa nem mais de fantasma teria medo.
- Eu avisei que meu caso também era urgente, resumuiu o motorista.
Por Adriano Villela
O segundo episódio de Baseado em Histórias Fictícias vai relatar o caso da representante comercial D.H. A jovem profissional liberal viajava de cidade em cidade no sertão baiano, em busca de aumentar os trocados no final do mês vendendo roupas.
Certa feita, dia cheio, com muitos clientes para visitar. Justamente no dia em que achava que faturaria mais, o carro quebra. Em plena estrada de barro, uma carona era urgente. Eis que surge um rabecão, que para próximo dela:
- Moço, por favor me dê uma carona até a cidade mais próxima. Até um posto de gasolina serve. É urgente. Preciso ligar para minha cliente agora- pressionou ela.
- Também tenho minhas urgências, moça. Sei que está avechada,mas não posso perder tempo. - respondeu o motorista.
- Moço, é questão de vida ou morte - apelou ela, para logo depois ver a porta do carona ser aberta. D. H. subiu, acomodou a mochila com o mostruário das roupas e deu um rápido suspiro. Com dois minutos de viagem, o rabecão bateu num buraco. O som vindo de trás era de um grande volume se movendo. Sem querer falar o nome macabro, a vendedora pergunta:
-Moço, o rabecão está com "recheio"? - perguntou, apontando para o fundo.
- Eu avisei que meu caso também era urgente, resumuiu o motorista.
Ao final, D.H. já sentia que depois dessa nem mais de fantasma teria medo.
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