NOTÍCIA: Discussão de soluções
Já Marcelo Reis criticou o aparato tecnológico. “Só pra lembrar aos nossos colegas que já estamos no século XXI !E a gente fazendo pré-parto ouvindo coração e palpando útero, sem nenhum auxílio tecnológico contemporâneo”, por volta do meio-dia de ontem.
Por Adriano Villela
No Rosa, os obstetras aproveitam o grupo para discutir estratégias de como resolver o problema, a exemplo de acionar o Ministério Público ou encaminhar para o sistema de regulação dos hospitais todos os pacientes recebidos quando não há mais vagas.
“Sou plantonista da Maternidade Albert Sabin. Tem duas semanas que, quando chega 11h da manhã,temos 8 cesáreas indicadas. Para quem não conhece essa maternidade, nós só temos uma sala de cesárea que funciona. Em uma situação de risco de vida e se sala estiver ocupada, é rezar para que tudo dê certo (já vivi isso algumas vezes). Não temos banco de sangue”, relatou Ednaide Silva.
Já Marcelo Reis criticou o aparato tecnológico. “Só pra lembrar aos nossos colegas que já estamos no século XXI !E a gente fazendo pré-parto ouvindo coração e palpando útero, sem nenhum auxílio tecnológico contemporâneo”, por volta do meio-dia de ontem.
O próprio fundador postou no sábado um estudo do UNFPA, o fundo das nações unidades para a população, segundo o qual até 3,6 milhões de vidas poderiam ser salvas por ano em 58 países em desenvolvimento se os serviços de obstetrícia fossem ampliados. A reportagem entrou em contato no dia de ontem com a assessoria da Secretaria Estadual de Saúde – a qual está vinculada as maternidades -, mas até o fechamento desta matéria não havia recebido o retorno.
Matéria produzida originalmente para o jornal Tribuna da Bahia, publicada na edição de 21 de março, na página 8.
Por Adriano Villela
No Rosa, os obstetras aproveitam o grupo para discutir estratégias de como resolver o problema, a exemplo de acionar o Ministério Público ou encaminhar para o sistema de regulação dos hospitais todos os pacientes recebidos quando não há mais vagas.
“Sou plantonista da Maternidade Albert Sabin. Tem duas semanas que, quando chega 11h da manhã,temos 8 cesáreas indicadas. Para quem não conhece essa maternidade, nós só temos uma sala de cesárea que funciona. Em uma situação de risco de vida e se sala estiver ocupada, é rezar para que tudo dê certo (já vivi isso algumas vezes). Não temos banco de sangue”, relatou Ednaide Silva.
Já Marcelo Reis criticou o aparato tecnológico. “Só pra lembrar aos nossos colegas que já estamos no século XXI !E a gente fazendo pré-parto ouvindo coração e palpando útero, sem nenhum auxílio tecnológico contemporâneo”, por volta do meio-dia de ontem.
O próprio fundador postou no sábado um estudo do UNFPA, o fundo das nações unidades para a população, segundo o qual até 3,6 milhões de vidas poderiam ser salvas por ano em 58 países em desenvolvimento se os serviços de obstetrícia fossem ampliados. A reportagem entrou em contato no dia de ontem com a assessoria da Secretaria Estadual de Saúde – a qual está vinculada as maternidades -, mas até o fechamento desta matéria não havia recebido o retorno.
Matéria produzida originalmente para o jornal Tribuna da Bahia, publicada na edição de 21 de março, na página 8.
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