HUMOR: baseado em histórias fictícias
Nosso sortudo condutor voltava a ter pelo menos uma mulher e a sociedade no negócio. Mas não ficou de todo feliz.
Por Adriano Villela
Junto com o blog, inauguro hoje minha primeira coluna de humor. Aos 39 anos, 15 de profissão, acumulo muitas estórias engraçadas. Algumas de tão inusitadas parecem irreais. Seria preferível até que fosse. Como o objetivo é entreter, e não constranger, os relatos foram misturados. Uma parte é retirada da vida real, mas ingredientes inventados foram misturados, com floreios que tornam ainda mais engraçadas as situações. Alguns casos foram vividos por mim mesmo. Quais deles ficarão para sempre no campo do mistério. Quem advinhar, comente no post.
O primeiro capítulo ocorreu no Carnaval de 2011. Motorista de taxi ouve muitas histórias, mas conta também. Um deles, aparentando seus 50 anos dava suas horas extras na folia sem nem saber direito o por quê.
Ocorre que seu negócio era repartido com mais duas pessoas. A mulher tinha o veículo, o vizinho - em torno de seus 70 anos - era dono do registro, isto é da placa/autorização para atuar na praça. A esposa do sócio vivia o vigor de seus 20 anos. Conversa vai, papo vem, o taxista começa um caso com a vizinha.
Descoberta a pulada de cerca pelo corno, o cabra desfez a sociedade. Nosso personagem dirigiu mais de 12 horas por dia no Carnaval de 2010. Juntou dinheiro e adquiriu a placa, junto com a esposa. Porblema pouco é bobagem, no meio de uma cachaça acabou contando para "a patroa" o motivo da briga com o antigo parceiro comercial. O jeito foi trabalhar dobrado no Carnaval seguinte para adquirir o carro, ainda que usado e bastante surrado. Aqui termina a parte crível deste conto.
Segundo relato de responsabilidade do nosso personagem, ao mesmo tempo o vizinho passou a viver seu calvário sentimental. Sem assumir mais suas obrigações de marido, via a jovem esposa triste pelos cantos, sempre nervosa, fazendo constantes ameaças de separação. Deu-se então a proposta: o taxista voltava ao romance, desta vez com a aquiescência do corno, e este retomava a sociedade no taxi. Nosso sortudo condutor voltava a ter pelo menos uma mulher e a sociedade no negócio. Mas não ficou de todo feliz. "Trabalhei de graça, quando podia ter curtido mais meu Carnaval. O que é que eu vou fazer com o dinheiro que acumulei trablhando como escravo no Carnaval?". Quantos não queriam ter este dilema?
Por Adriano Villela
Junto com o blog, inauguro hoje minha primeira coluna de humor. Aos 39 anos, 15 de profissão, acumulo muitas estórias engraçadas. Algumas de tão inusitadas parecem irreais. Seria preferível até que fosse. Como o objetivo é entreter, e não constranger, os relatos foram misturados. Uma parte é retirada da vida real, mas ingredientes inventados foram misturados, com floreios que tornam ainda mais engraçadas as situações. Alguns casos foram vividos por mim mesmo. Quais deles ficarão para sempre no campo do mistério. Quem advinhar, comente no post.
O primeiro capítulo ocorreu no Carnaval de 2011. Motorista de taxi ouve muitas histórias, mas conta também. Um deles, aparentando seus 50 anos dava suas horas extras na folia sem nem saber direito o por quê.
Ocorre que seu negócio era repartido com mais duas pessoas. A mulher tinha o veículo, o vizinho - em torno de seus 70 anos - era dono do registro, isto é da placa/autorização para atuar na praça. A esposa do sócio vivia o vigor de seus 20 anos. Conversa vai, papo vem, o taxista começa um caso com a vizinha.
Descoberta a pulada de cerca pelo corno, o cabra desfez a sociedade. Nosso personagem dirigiu mais de 12 horas por dia no Carnaval de 2010. Juntou dinheiro e adquiriu a placa, junto com a esposa. Porblema pouco é bobagem, no meio de uma cachaça acabou contando para "a patroa" o motivo da briga com o antigo parceiro comercial. O jeito foi trabalhar dobrado no Carnaval seguinte para adquirir o carro, ainda que usado e bastante surrado. Aqui termina a parte crível deste conto.
Segundo relato de responsabilidade do nosso personagem, ao mesmo tempo o vizinho passou a viver seu calvário sentimental. Sem assumir mais suas obrigações de marido, via a jovem esposa triste pelos cantos, sempre nervosa, fazendo constantes ameaças de separação. Deu-se então a proposta: o taxista voltava ao romance, desta vez com a aquiescência do corno, e este retomava a sociedade no taxi. Nosso sortudo condutor voltava a ter pelo menos uma mulher e a sociedade no negócio. Mas não ficou de todo feliz. "Trabalhei de graça, quando podia ter curtido mais meu Carnaval. O que é que eu vou fazer com o dinheiro que acumulei trablhando como escravo no Carnaval?". Quantos não queriam ter este dilema?
Comentários
Postar um comentário