OPINIÃO: Corrida sucessória privilegiará estratégias surpreendentes
Primeiro por não ter um favorito claro. O deputado Nelson Pellegrino (PT) larga na frente, ao ter o apoio dos governos federal e estadual. Há chances até de o Palácio Thomé de Souza serrar fileiras em prol de sua candidatura
Por Adriano Villela
A corrida do último domingo no campeonato de Fórmula 1, na Malásia, me fez lembrar a sucessão municipal em Salvador. Primeiro por não ter um favorito claro. O deputado Nelson Pellegrino (PT) larga na frente, ao ter o apoio dos governos federal e estadual. Há chances até de o Palácio Thomé de Souza serrar fileiras em prol de sua candidatura.Mas isso não basta. Em 2008, Walter Pinheiro (PT) amealhou musculatura parecida, que o levou ao segundo turno, mas não venceu o pleito. Não conheço qualquer analista que crave uma vitória sua.
A segunda semelhança é na coexistência de quatro perfis. O de Pellegrino é o de melhor carro, o da Maclaren, tida como favorita. Vencedor na Malásia e atual líder, o espanhol Fernando Alonso é o estrategista. Ainda não identifiquei quem reúne este talento no tabuleiro eleitoral, mas vejo nele o grande favorito.
Não podemos esquecer, porém, do Michael Schumacher das urnas, o tucano Antônio Imbassahy, vencedor de sucesso em pleitos passados, mas vem de uma sacudidela na última competição. Os 8% de 2008 pesam na hora de convencer o eleitorado de suas reais possibilidades. Suas chances, contudo, sao reais. Se na eleição passada ele passou de favorito para o segundo turno para figurante nas urnas, o caminho inverso está longe de ser impossível. Foi, guardadas algumas proporções, o que fez o atual prefeito João Henrique.
Por Adriano Villela
A corrida do último domingo no campeonato de Fórmula 1, na Malásia, me fez lembrar a sucessão municipal em Salvador. Primeiro por não ter um favorito claro. O deputado Nelson Pellegrino (PT) larga na frente, ao ter o apoio dos governos federal e estadual. Há chances até de o Palácio Thomé de Souza serrar fileiras em prol de sua candidatura.Mas isso não basta. Em 2008, Walter Pinheiro (PT) amealhou musculatura parecida, que o levou ao segundo turno, mas não venceu o pleito. Não conheço qualquer analista que crave uma vitória sua.
A segunda semelhança é na coexistência de quatro perfis. O de Pellegrino é o de melhor carro, o da Maclaren, tida como favorita. Vencedor na Malásia e atual líder, o espanhol Fernando Alonso é o estrategista. Ainda não identifiquei quem reúne este talento no tabuleiro eleitoral, mas vejo nele o grande favorito.
Não podemos esquecer, porém, do Michael Schumacher das urnas, o tucano Antônio Imbassahy, vencedor de sucesso em pleitos passados, mas vem de uma sacudidela na última competição. Os 8% de 2008 pesam na hora de convencer o eleitorado de suas reais possibilidades. Suas chances, contudo, sao reais. Se na eleição passada ele passou de favorito para o segundo turno para figurante nas urnas, o caminho inverso está longe de ser impossível. Foi, guardadas algumas proporções, o que fez o atual prefeito João Henrique.
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