CRESCIMENTO: FMI eleva projeção para o mundo e o Brasil
Segundo o fundo, PIB do país deve crescer 1,9% este ano, abaixo da projeção do governo brasileiro, que espera expansão acima de 2,5%
O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou a projeção de crescimento do Brasil para 2018 e 2019. O Produto Interno Bruto (PIB) do país deve crescer 1,9% este ano, 0,4 ponto percentual acima que foi estimado em outubro. Para 2019, a previsão foi revisada para 2,1%, um aumento de 0,1 ponto percentual. Apesar da melhora, o cenário é pior do que o previsto pelo governo brasileiro, que espera expansão acima de 2,5% este ano.
Divulgado nesta segunda-feira (22), o relatório World Economic Outlook destaca que a atividade econômica global registrou crescimento previsto de 3,7% em 2017, 0,1 ponto percentual acima do projetado em outubro, quando a última versão do documento foi divulgada. O FMI também prevê crescimento global de 3,9% para 2018 e 2019, o que representa aumento de 0,2 ponto percentual sobre a projeção do relatório anterior. Segundo o relatório, a melhora reflete, entre outros fatores "o esperado impacto das mudanças recentemente aprovadas na política de impostos dos Estados Unidos".
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O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou a projeção de crescimento do Brasil para 2018 e 2019. O Produto Interno Bruto (PIB) do país deve crescer 1,9% este ano, 0,4 ponto percentual acima que foi estimado em outubro. Para 2019, a previsão foi revisada para 2,1%, um aumento de 0,1 ponto percentual. Apesar da melhora, o cenário é pior do que o previsto pelo governo brasileiro, que espera expansão acima de 2,5% este ano.
Divulgado nesta segunda-feira (22), o relatório World Economic Outlook destaca que a atividade econômica global registrou crescimento previsto de 3,7% em 2017, 0,1 ponto percentual acima do projetado em outubro, quando a última versão do documento foi divulgada. O FMI também prevê crescimento global de 3,9% para 2018 e 2019, o que representa aumento de 0,2 ponto percentual sobre a projeção do relatório anterior. Segundo o relatório, a melhora reflete, entre outros fatores "o esperado impacto das mudanças recentemente aprovadas na política de impostos dos Estados Unidos".
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