CARNAVAL 2018: Estado investirá R$ 70 milhões na capital e 22 cidades do interior

Expectativa é de que estado receba 2,1 milhão de turistas, que movimentarão cerca de R$ 2,3 bilhões

Este ano, o governo estadual investirá R$ 70 milhões no Carnaval, tanto em Salvador como em 22 cidades do interior. O recurso abrange as atrações e serviços públicos, como saúde, segurança e orientação a turistas como guias e monitores. Em Salvador, serão 203 atrações sendo 112 somente para o folião pipoca. Vão se apresentar sem cordas artistas como Anitta, Baiana System, Bell Marques, Luís Caldas, Harmonia do Samba, Léo Santana e Baby do Brasil. Comemorando dez anos, o Carnaval Ouro Negro mantém a tradição dos blocos afro e afoxés, com o apoio a 91 entidades.

O governo também vai apoiar o Carnaval dos bairros de Amaralina, Cajazeiras e Castelo Branco, assim como a Mudança do Garcia e o Palco do Rock, montado em Piatã. No interior,  os municípios de Alcobaça, Belmonte, Cairu, Camamu, Canavieiras, Caravelas, Correntina, Itabuna, Itacaré, Juazeiro, Lapão, Maragogipe, Mucuri, Muritiba, Palmeiras, Porto Seguro, Prado, Rio de Contas, Santa Maria da Vitória, São Félix do Coribe, São Sebastião do Passé e Vera Cruz terão a folia patrocinada.

De acordo com a Secretaria de Turismo do Estado (Setur), a estimativa é que, este ano, a Bahia receba 2,1 milhões de turistas, no período da folia, gerando uma circulação de cerca de R$ 2,3 bilhões. Em Salvador, são esperados 650 mil visitantes somente para o período do Carnaval. Eles devem movimentar cerca de R$ 715 milhões em atividades relacionadas ao turismo e à festa.

Apresentada nesta terça-feira (30) pelo governador Rui Costa e secretários, a programação do Estado vai homenagear a Revolta dos Búzios. Também conhecido como Revolta dos Alfaiates e Conjuração Baiana,o movimento foi um dos  mais importantes do Brasil em busca da independência de Portugal, liberdade dos escravos e igualdade racial e social. Eclodiu em 1798.

Os quatro líderes negros da revolta - João de Deus do Nascimento, Lucas Dantas de Amorim Torres, Manuel Faustino Santos Lira e Luís Gonzaga das Virgens e Veiga - foram mortos no dia 8 de novembro de 1799. Hoje, seus bustos estão na Praça da Piedade, lugar onde foram enforcados e esquartejados. A designação Revolta dos Búzios foi atribuída porque alguns revoltosos usavam um búzio (concha de molusco em forma de espiral) preso a uma pulseira, para facilitar a identificação entre si.

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