TECNOLOGIA: Cacau do Sul da Bahia ganha Selo de Indicação Geográfica


Edital da Secti liberou R$ 151 mil para associação que reivindicou o reconhecimento da história da região baiana na produção e beneficiamento da amêndoa

Foi publicada na terça-feira (30), pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a Indicação Geográfica (IG) do sul da Bahia na produção da amêndoa de cacau. A partir do  IG, a área passa a contar com o Selo de Origem, por solicitação da Associação Cacau Sul Bahia.

O Selo é concedido a lugares que são conhecidos como tradicionais produtores de um determinado produto ou serviço ou cujas características do produto, quando originário do local, são únicas. Para o secretário executivo da Associação Cacau Sul da Bahia, Cristiano Santana,"essa publicação marca o fim de uma etapa e o início de outra que é trabalhar, dentre outras coisas, a qualidade, o marketing e a comunicação em cima da região e seu produto”, ponderou. 

A Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), vinculada à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), fez parte de todo o processo. O Edital de Apoio a Tecnologias Sociais e Ambientais liberou R$ 151 mil para o pleito da Cacau Sul. O secretário da Secti, Vivaldo Mendonça, destacou a importância do Selo para a Bahia. “É o reconhecimento que o Sul da Bahia possui características diferenciadas e que nos colocam num patamar elevado para comercialização de nossos produtos".

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