CMN: Investimento dos fundos de pensão no exterior terão menos restrições
Há dois meses, Conselho Monetário Nacional já havia flexibilizado as regras. Segundo Fazenda, medida facilitará acesso a fundos consolidados
Dois meses depois de simplificar os investimentos de fundos de pensão no exterior, o Conselho Monetário Nacional (CMN) voltou a flexibilizar as regras e reduziu novamente as restrições. As principais mudanças foram a redução, de 25% para 15%, do limite máximo para a compra de cotas de um fundo internacional pelo fundo de pensão.
O CMN também aboliu a exigência de que os ativos do fundo estrangeiro tenham grau de investimento – garantia de que o fundo não corra risco de dar calote – conferido por, pelo menos, uma agência de classificação de risco.De acordo com o Ministério da Fazenda, as novas mudanças facilitarão o acesso dos fundos de pensão a fundos de investimentos consolidados no exterior.
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