EMBRAER/BOEING: Planalto ratifica veto a venda de controle acionário
Interesse da Boeing sobre brasileira foi tema de entrevista. Negócio envolve complicado xadrez tanto na esfera geopolítica/soberania brasileira como no mercado internacional de fabricantes de avião
O presidente Michel Temer reafirmou nesta segunda-feira (29) que vetará a transferência do controle da Embraer para a empresa norte-americana Boeing, caso ela ocorra, conforme foi cogitado por dirigentes da empresa. “Não vamos abrir mão do controle da Embraer”, disse, em entrevista à Rádio Bandeirantes.
Desde a negociação começou a ser divulgada, no final de dezembro, o Planalto não nega desconforto com a proposta.Temer comparou a ex-estatal à Petrobras. “A Embraer tem uma simbologia muito grande para o país, mais ou menos como a Petrobras”, disse sem descartar que uma parceria entre a Embraer e a Boeing seja realizada no futuro.
Atualmente privada - mas com cláusula que permite o veto do Estado -, a Embraer é estratégica no âmbito da indústria nacional, para as exportações do país e também em diversas parcerias que mantém com a Aeronáutica, a exemplo dos caças Grippen, cuja tecnologia de fabricação é transferida pela sueca Saab -concorrente da Boeing - a empresas brasileiros lideradas.
Está longe de ficar claro no mercado se a Boeing se interessa apenas em uma fatia menor ou uma parceria. Reuniões entre as duas empresas e os dois governos são quase diárias. Olhando para o negócio, a fusão tem um lado positivo para a Embraer, que lidera determinadas fatias no mercado mais tem porte bem menor do que a parceira nesta transação. (Adriano Villela, com informações da Agência Brasil e UOL).
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Atualmente privada - mas com cláusula que permite o veto do Estado -, a Embraer é estratégica no âmbito da indústria nacional, para as exportações do país e também em diversas parcerias que mantém com a Aeronáutica, a exemplo dos caças Grippen, cuja tecnologia de fabricação é transferida pela sueca Saab -concorrente da Boeing - a empresas brasileiros lideradas.
Está longe de ficar claro no mercado se a Boeing se interessa apenas em uma fatia menor ou uma parceria. Reuniões entre as duas empresas e os dois governos são quase diárias. Olhando para o negócio, a fusão tem um lado positivo para a Embraer, que lidera determinadas fatias no mercado mais tem porte bem menor do que a parceira nesta transação. (Adriano Villela, com informações da Agência Brasil e UOL).
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