SELIC: Entidades aprovam Selic em 6,5% e esperam impacto das reformas
Para a Fecomércio-SP, Copom decidiu em consonância com o momento de incertezas. Entidade e indústria pregam pelas reformas
A decisão de manter os juros básicos em 6,5% está na consonância com o momento de incertezas da economia brasileira, avalia a Fecomércio-SP. A Selic está em 6,5% desde o fim do ciclo de quedas, em março de 2018.A manutenção da política de juros foi anunciada na primeira reunião do ano do Copom/Banco Central, encerrada na quarta-feira (6).
Para a entidade varejista, não era de se esperar outra decisão, apesar de a inflação se mostrar mais controlada do que o previsto. Com o câmbio um pouco mais valorizado; mesmo as perspectivas para aprovação de reformas – em especial, a da Previdência – não reduz as incertezas. "Nada está de fato garantido".
"A FecomercioSP, que sempre apoiou todo o processo de redução de juros, espera que no médio prazo – com as reformas aprovadas ou, ao menos, bem encaminhadas – o País termine de fazer seu ajuste fiscal, permitindo não só a queda mais acentuada de juros, como também a recuperação de emprego, renda, consumo e produção", afirmou a Federação do Comércio paulista, em nota.
Na mesma direção está o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade. “As reformas abrirão espaço para mudanças na política monetária. É provável – e desejável – que, no médio prazo, os juros sejam reduzidos para estimular os investimentos das empresas e o consumo das famílias”, afirmou o executivo.
A manutenção da taxa Selic também não surpreendeu a CNI, porque a inflação atual e as perspectivas em relação ao comportamento dos preços estão abaixo da meta de 4,25% fixada para este ano. A estabilidade no mercado de câmbio e a lenta recuperação da atividade econômica também contribuíram para a decisão do Copom, avaliou.
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A decisão de manter os juros básicos em 6,5% está na consonância com o momento de incertezas da economia brasileira, avalia a Fecomércio-SP. A Selic está em 6,5% desde o fim do ciclo de quedas, em março de 2018.A manutenção da política de juros foi anunciada na primeira reunião do ano do Copom/Banco Central, encerrada na quarta-feira (6).
Para a entidade varejista, não era de se esperar outra decisão, apesar de a inflação se mostrar mais controlada do que o previsto. Com o câmbio um pouco mais valorizado; mesmo as perspectivas para aprovação de reformas – em especial, a da Previdência – não reduz as incertezas. "Nada está de fato garantido".
"A FecomercioSP, que sempre apoiou todo o processo de redução de juros, espera que no médio prazo – com as reformas aprovadas ou, ao menos, bem encaminhadas – o País termine de fazer seu ajuste fiscal, permitindo não só a queda mais acentuada de juros, como também a recuperação de emprego, renda, consumo e produção", afirmou a Federação do Comércio paulista, em nota.
Na mesma direção está o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade. “As reformas abrirão espaço para mudanças na política monetária. É provável – e desejável – que, no médio prazo, os juros sejam reduzidos para estimular os investimentos das empresas e o consumo das famílias”, afirmou o executivo.
A manutenção da taxa Selic também não surpreendeu a CNI, porque a inflação atual e as perspectivas em relação ao comportamento dos preços estão abaixo da meta de 4,25% fixada para este ano. A estabilidade no mercado de câmbio e a lenta recuperação da atividade econômica também contribuíram para a decisão do Copom, avaliou.
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