ENERGIA: Linhão para Roraima vira caso de soberania nacional
Estado é o único fora do Sistema Interligado Nacional (SIN), por isso depende de suprimento da Venezuela. Licenciamento é o entrave
A linha de transmissão que vai ligar as cidades de Manaus (AM) e Boa Vista (RR) tornou-se desde a quarta-feira (27) caso de soberania nacional, o que vai permitir que a obra seja realizada "independentemente de consulta às comunidades indígenas envolvidas ou à Funai". Roraima é o único Estado brasileiro que não faz parte do Sistema Interligado Nacional (SIN), modelo criado em 1998.
O abastecimento se dá por meio de linhas de transmissão que saem da Venezuela e por termoelétricas a diesel. Com o acirramento das tensões no país vizinho, há o temor de que o abastecimento seja interrompido. As térmicas podem garantir o suprimento, porém a um custo mais alto.
A decisão foi tomada pelo Conselho de Defesa Nacional, integrado pelos presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal, além de ministério e chefias da área militar. O licenciamento do linhão foi iniciado em 2011, estando travado em razão do projeto incluir na rota um trecho de 120 quilômetros uma aldeia indígena indígena Waimiri - Atroari.
Com 715 quilômetros, a linha de transmissão inclui ainda os estados do Pará - onde fica a usina de Tucuruí - e Amapá. Segundo o MME, a decisão do Conselho de Defesa Nacional permitiria que as obras da linha de transmissão comecem no terceiro trimestre deste ano e fosse concluída em 2021.
A linha de transmissão que vai ligar as cidades de Manaus (AM) e Boa Vista (RR) tornou-se desde a quarta-feira (27) caso de soberania nacional, o que vai permitir que a obra seja realizada "independentemente de consulta às comunidades indígenas envolvidas ou à Funai". Roraima é o único Estado brasileiro que não faz parte do Sistema Interligado Nacional (SIN), modelo criado em 1998.
O abastecimento se dá por meio de linhas de transmissão que saem da Venezuela e por termoelétricas a diesel. Com o acirramento das tensões no país vizinho, há o temor de que o abastecimento seja interrompido. As térmicas podem garantir o suprimento, porém a um custo mais alto.
A decisão foi tomada pelo Conselho de Defesa Nacional, integrado pelos presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal, além de ministério e chefias da área militar. O licenciamento do linhão foi iniciado em 2011, estando travado em razão do projeto incluir na rota um trecho de 120 quilômetros uma aldeia indígena indígena Waimiri - Atroari.
Com 715 quilômetros, a linha de transmissão inclui ainda os estados do Pará - onde fica a usina de Tucuruí - e Amapá. Segundo o MME, a decisão do Conselho de Defesa Nacional permitiria que as obras da linha de transmissão comecem no terceiro trimestre deste ano e fosse concluída em 2021.
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