EMBRAER: Fusão com a Boeing depende apenas de órgãos reguladores

Acionistas da fabricante brasileira aprovaram o negócio. No Brasil, o Cade terá que dar o aval

Depois de o governo brasileiro aprovar, os acionistas da Embraer autorizaram ontem o projeto de fusão com a Boeing. A assembleia chegou a ser embargada pela Justiça, mas a liminar foi derrubada. A proposta ainda precisa passar por autoridades regulatórias do Brasil (o Cade) e dos EUA.

Segundo a Embraer, 96,8% dos votos válidos foram favoráveis à transação, com a participação de aproximadamente 67% de todas as ações em circulação.

Pelo acordo, a Boeing deverá pagar US$ 4,2 bilhões por 80% da nova companhia. A Embraer ficará com os 20% restantes. Os negócios de defesa e jatos executivos e as operações de serviços da Embraer associados a esses produtos permanecerão como uma empresa independente e de capital aberto.

Em meados de janeiro, a Embraer informou que espera que suas receitas caiam em cerca de 50% em 2020 diante da separação da divisão comercial do restante da empresa. A companhia também afirmou que espera reverter um fluxo de caixa negativo de 2018, com o efeito da entrada de recursos da Boeing e previu fluxo positivo de US$ 1 bilhão com a conclusão da operação. (com informações do G1).

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