NO EXTERIOR: Vice-presidente negocia exportação de bens com maior valor agregado


Mourão vai dirigir nesta quinta  (23) a 5ª reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban)


A demanda por alimentos por parte da China seguirá crescendo, aumentando a necessidade de  diversificar as compras do Brasil brasileiras com produtos de maior valor agregado. A tese foi defendida pelo vice-presidente brasileiro, general Hamilton Mourão, em evento do Conselho Empresarial Brasil-China, em Pequim,

A China é, desde 2009, o principal parceiro comercial do Brasil. A corrente de comércio bilateral alcançou, em 2018, US$ 98,9 bilhões (exportações de US$ 64,2 bilhões e importações de US$ 34,7 bilhões).No ano passado, os principais produtos exportados pelo Brasil foram soja, combustíveis e minérios de ferro e seus concentrados, que são, basicamente, matérias-primas.

"A China continuará a crescer acima da média mundial e sua demanda por alimentos, por exemplo, deverá aumentar de 11% a 13% até 2030", disse o vice-presidente, que cumpre até sexta-feira (24) uma visita oficial ao país.

Mourão vai dirigir nesta quinta  (23) a 5ª reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), também na capita chinesa. Da Abr, adaptado.

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