FONTE NOVA: Arena impulsiona economia da Bahia em R$ 845 milhões

Estudo do Imic aponta impacto nos segmentos esportivo, de entretenimento e eventos corporativos em 2017 e 2018. A perspectiva é crescer 36% em 2019.

O impacto da Arena Fonte Nova na economia baiana, nos segmentos de esporte, entretenimento e eventos de negócios, entre 2017 e 2018, chegou ao montante de R$845 milhões. Esse resultado foi apurado pelo Instituto Miguel Calmon (IMIC), através de um estudo que também apontou boas perspectivas para 2019.

Segundo a pesquisa, o equipamento vai  movimentar R$574 milhões este ano, representando um crescimento de 36% . O levantamento foi apresentado para autoridades, empresários e representantes do trade turístico baiano, na noite dessa quinta-feira (dia 30), na Associação Comercial da Bahia, no bairro do Comércio, em Salvador.

 “Apresentamos informações sobre o impacto deste equipamento na economia baiana em segmentos como esporte, turismo de lazer ou negócios, mercado informal e transportes. Mensuramos ações na área social e apresentamos melhores práticas como referências”, afirma ,explica Pablo Souza, consultor do IMIC e responsável pelo estudo..

O estudo foi revisado por Gilberto Wildberger de Almeida, professor aposentado da Escola de Economia da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e especialista em Desenvolvimento Econômico; e por Silvio Roberto Cirne Bello, professor da Universidade Católica do Salvador (UCSal) e especialista em Planejamento e Economia dos Transportes e mestrado em Administração.

Um exemplo disso, acrescenta, são os shows internacionais já realizados na Arena, ressalta o presidente da arena, Dênio Cidreira. “Além das receitas diretamente relacionadas (bilheterias, patrocínios, alimentos e bebidas, etc.), os grandes espetáculos nacionais e internacionais impactam, por exemplo, o segmento turístico, com reflexos positivos na ocupação da rede hoteleira e nos serviços de suporte aos turistas, tais como bares e restaurantes, transportes (aéreo/terrestre), agências de viagem, entre outros”.

Segundo Mário Dantas, presidente do Grupo de Líderes Empresariais da Bahia (LIDE-BA),  “a realização de grandes shows, com atrações internacionais e a realização de eventos esportivos, como a Copa do Mundo, os jogos olímpicos e agora a Copa América proporciona reflexos na atração de fluxo turístico durante e após o evento”.

Para o presidente da Salvador Destination, Roberto Duran,  o espaço tem sido uma opção diferenciada e atrativa para a realização de diversos tipos de eventos, tanto que foi escolhida para sediar o encontro da ONU sobre o clima neste ano.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ESTADO: Empresários italianos conhecem oportunidades de negócios no Nordeste

AGENDA BAHIA: Soluções para cidades sustentáveis é tema de fórum

OMC: País deve recorrer de decisão contra subsídio