CÂMBIO: Analistas veem R$4 como novo ponto de equilíbrio
Piora do cenário econômico brasileiro - com riscos à agenda de reformas e provável retração do PIB no primeiro trimestre - propicia nova avaliação
Na quinta-feira (16), confirmando tendência que se delineava nas últimas sessões, o dólar conseguiu romper a barreira psicológica dos R$ 4 reais. E mais: analistas avaliam que esse nível se aproxima cada vez mais do novo ponto de equilíbrio para a taxa de câmbio.
Piora do cenário econômico brasileiro - com riscos à agenda de reformas e provável retração do PIB no primeiro trimestre - propicia nova avaliação. “O nível de risco aumentou, e o mercado se ajusta a isso. É reação à piora de fundamento”, disse Ronaldo Patah, estrategista de investimentos do UBS Wealth Management.
Patah citou o nível do CDS de cinco anos, que pouco tempo atrás parecia mais alinhado aos 150 pontos-base, mas que agora se encontra em 180 pontos e pode buscar os 200 pontos. O CDS é um derivativo que mede o custo de um calote da dívida brasileira.“Dificilmente veremos dólar depreciado”, afirmou Jefferson Laatus, sócio-fundador do Grupo LAATUS, para quem a “tempestade perfeita, o inferno astral” desta semana para os ativos brasileiros pode se estender.
Os ajustes nas expectativas para a taxa de câmbio ainda têm sido espaçados, mas começam a se acumular. Nesta semana, o Morgan Stanley passou a estimar dólar em R$ 4,1 ao fim de junho, contra projeção anterior de R$ 3,85, citando justamente a perspectiva de mais ruídos políticos. O Bank of America Merrill Lynch aumentou nesta quinta-feira a estimativa para o dólar ao fim do ano a R$ 3,8 reais, ante prognóstico anterior de R$ 3,6. (da Reuters Brasil, editada)
Na quinta-feira (16), confirmando tendência que se delineava nas últimas sessões, o dólar conseguiu romper a barreira psicológica dos R$ 4 reais. E mais: analistas avaliam que esse nível se aproxima cada vez mais do novo ponto de equilíbrio para a taxa de câmbio.
Piora do cenário econômico brasileiro - com riscos à agenda de reformas e provável retração do PIB no primeiro trimestre - propicia nova avaliação. “O nível de risco aumentou, e o mercado se ajusta a isso. É reação à piora de fundamento”, disse Ronaldo Patah, estrategista de investimentos do UBS Wealth Management.
Patah citou o nível do CDS de cinco anos, que pouco tempo atrás parecia mais alinhado aos 150 pontos-base, mas que agora se encontra em 180 pontos e pode buscar os 200 pontos. O CDS é um derivativo que mede o custo de um calote da dívida brasileira.“Dificilmente veremos dólar depreciado”, afirmou Jefferson Laatus, sócio-fundador do Grupo LAATUS, para quem a “tempestade perfeita, o inferno astral” desta semana para os ativos brasileiros pode se estender.
Os ajustes nas expectativas para a taxa de câmbio ainda têm sido espaçados, mas começam a se acumular. Nesta semana, o Morgan Stanley passou a estimar dólar em R$ 4,1 ao fim de junho, contra projeção anterior de R$ 3,85, citando justamente a perspectiva de mais ruídos políticos. O Bank of America Merrill Lynch aumentou nesta quinta-feira a estimativa para o dólar ao fim do ano a R$ 3,8 reais, ante prognóstico anterior de R$ 3,6. (da Reuters Brasil, editada)
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