NOTÍCIA: Renda comprometida
“Quando a pessoa não pode financiar no programa, a parcela chega a ser o dobro dentro de um mesmo empreendimento”, reitera. A expectativa do segmento agora fica por conta das financeiras privadas. Analistas do mercado acreditam que, por questões concorrenciais, estes bancos vão cortar juros, sob pena de perder clientes para os públicos.
Por Adriano Villela
Com base na experiência profissional, o diretor do Creci-BA destaca que a parcela do financiamento imobiliário consome entre 20% a 30% da renda familiar. Em um imóvel avaliado em R$ 800 mil, o pagamento mensal fica em torno de R$ 7 mil a R$ 8 mil, com renda exigida de R$ 30 mil. No caso de um apartamento de R$ 200 mil, a parcela fica em torno de R$ 2,5 mil e renda de R$ 10 mil.
“Com R$ 200 mil você compra um dois quartos básico. Um alto luxo já vale cerca de R$ 300 mil”, frisou. Com atuação focada no interior, Francisco Helder observa que o financiamento tradicional cobra valores equivalente a duas vezes o encargo no Minha Casa Minha Vida.“Quando a pessoa não pode financiar no programa, a parcela chega a ser o dobro dentro de um mesmo empreendimento”, reitera.
A expectativa do segmento agora fica por conta das financeiras privadas. Analistas do mercado acreditam que, por questões concorrenciais, estes bancos vão cortar juros, sob pena de perder clientes para os públicos. No dia 4 deste mês, o Banco do Brasil anunciou, no âmbito do programa Bompratodos, a elevação dos limites de crédito em R$ 26,8 bilhões para micro e pequenas empresas e em R$ 16,3 bilhões para pessoas físicas.
Reprodução de matéria elaborada originalmente para o jornal Tribuna da Bahia, publicada na edição de 12 de abril, à página 6
Por Adriano Villela
Com base na experiência profissional, o diretor do Creci-BA destaca que a parcela do financiamento imobiliário consome entre 20% a 30% da renda familiar. Em um imóvel avaliado em R$ 800 mil, o pagamento mensal fica em torno de R$ 7 mil a R$ 8 mil, com renda exigida de R$ 30 mil. No caso de um apartamento de R$ 200 mil, a parcela fica em torno de R$ 2,5 mil e renda de R$ 10 mil.
“Com R$ 200 mil você compra um dois quartos básico. Um alto luxo já vale cerca de R$ 300 mil”, frisou. Com atuação focada no interior, Francisco Helder observa que o financiamento tradicional cobra valores equivalente a duas vezes o encargo no Minha Casa Minha Vida.“Quando a pessoa não pode financiar no programa, a parcela chega a ser o dobro dentro de um mesmo empreendimento”, reitera.
A expectativa do segmento agora fica por conta das financeiras privadas. Analistas do mercado acreditam que, por questões concorrenciais, estes bancos vão cortar juros, sob pena de perder clientes para os públicos. No dia 4 deste mês, o Banco do Brasil anunciou, no âmbito do programa Bompratodos, a elevação dos limites de crédito em R$ 26,8 bilhões para micro e pequenas empresas e em R$ 16,3 bilhões para pessoas físicas.
Reprodução de matéria elaborada originalmente para o jornal Tribuna da Bahia, publicada na edição de 12 de abril, à página 6
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